30 de jun de 2016

Forças Armadas dos EUA passam a aceitar militares transgénero e transexuais – a decadência das Forças Armadas norte-americanas

A força de combate diversificada de Obama





EuroNews, 30 de junho de 2016. 




Por Ricardo Figueira | Com REUTERS, NELSON PEREIRA



O exército dos EUA anunciou esta quinta-feira o fim da proibição de recrutamento de transexuais e pessoas transgénero.

Em declarações aos jornalistas no Pentágono, o secretário de Defesa dos EUA, Ashton Carter, explicou a decisão argumentando de que as Forças Armadas necessitam do serviço de soldados qualificados, independentemente da sua orientação sexual ou identificação de género. Diz que contam já com vários militares nesta situação, embora não o assumam publicamente.




“Há três razões principais para esta decisão. Têm a ver com a nossa força futura, com a nossa força presente e com questões de princípio. A primeira e fundamental razão é que o departamento da Defesa e as Forças Armadas precisam de aproveitar todo o talento para continuarem a ser aquilo que são agora – a melhor força de combate que o mundo alguma vez conheceu”, disse Carter.

Estima-se que, dos cerca de 1,3 milhões de militares no ativo, nos Estados Unidos, haja 2500 transgénero.

O Pentágono dá um novo passo contra a discriminação, seis anos depois de ter acabado com a proibição de recrutar homossexuais ou bissexuais, a regra conhecida como “don’t ask, don’t 






Soros: “Brexit” provocou uma nova crise mas é também uma oportunidade para a UE – o apostador fraudulento

George Soros



Euronews, 30 de junho de 2016. 



Por Patrícia Cardoso | Com REUTERS, EFE



George Soros estima que a decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia (UE) provocou uma crise nos mercados financeiros semelhante à de 2007/2008.

Face ao parlamento europeu, o milionário norte-americano defendeu que o “‘Brexit’ acelerou uma crise que se desenrolava em câmara lenta” e que vai reforçar as tendências deflacionárias já predominantes.

Aceitam-se apostas: há 5 candidatos à liderança do decadente Partido "Conservador" Britânico

May, Gove, Leadsome, Crabb e Fox.



EuroNews, 30 de junho de 2016. 



Depois do inesperado anúncio de Boris Johnson de se manter fora da corrida à liderança do partido "conservador", os ingleses ajustaram as apostas já feitas

A ministra do Interior, Theresa May, ganhou um favoritismo destacado.

Mesmo tendo apoiado de modo contido a permanência do Reino Unido na União Europeia, May afirma-se disposta ao futuro do resultado escolhido: “Brexit significa Brexit. A campanha foi feita, a votação foi muito participada e o público deu o seu veredicto.

Ramadã no Afeganistão: Atentado do talibã mata pelo menos 30






EuroNews, 30 de março de 2016. 








Pelo menos 30 mortos e cerca de 40 feridos – é o balanço de um ataque bombista realizado por dois suicidas talibãs esta quinta-feira perto de Cabul, a capital do Afeganistão.




O alvo do atentado, já reivindicado pelos rebeldes talibãs, foram três autocarros que transportavam cadetes de uma academia de polícia.

Esta ataque acontece dez dias depois de 14 pessoas terem sido mortas num atentado contra um autocarro que transportava seguranças nepaleses ao serviço da embaixada do Canadá em Cabul.

Em abril, um ataque talibã a instalações da polícia em Cabul matou pelo menos 64 pessoas. Foi o atentado bombista mais mortífero realizado contra as forças de segurança afegãs, desde 2011.




Putin acusa OTAN e estende mão à Turquia

Vladimir Putin Tayyip Erdogan


EuroNews, 30 de junho de 2016. 




Por Ricardo Figueira | Com REUTERS



Vladimir Putin culpa a NATO de estar a provocar uma nova corrida ao armamento. O presidente russo diz que a Aliança Atlântica entrou numa estratégia anti-Rússia e que isso tem vindo a ser provado ao longo dos últimos anos. As palavras foram ditas no encontro com os diplomatas russos no exterior, que acontece de dois em dois anos.




“Não vamos ceder a este frenesim militarista. Parece que querem provocar uma corrida ao armamento custosa e fútil, para desviarem a nossa energia e os nossos recursos das tarefas importantes do desenvolvimento socioeconómico”, disse o presidente russo.

A Rússia está agora apostada na normalização das relações com a Turquia. Já afetadas pelas divergências sobre o conflito na Síria, foram ao fundo com o abate de um avião russo por parte dos turcos, no ano passado.

Putin diz que a Turquia já pediu desculpas: “Sabemos que Ancara já pediu desculpas pelo abate do caça-bombardeiro russo. Tendo isso em consideração, vamos tomar medidas para restaurar a cooperação bilateral”.

Quanto ao “Brexit”, Putin insistiu que é um assunto interno do Reino Unido e que não pretende interferir, mas disse que Londres vai ter de provar que sabe por em prática os princípios da democracia – democracia essa que o ocidente diz não ser a especialidade de Putin.


Ramadã em Israel - palestino esfaqueia adolescente israelita durante o sono





EuroNews, 30 de junho de 2016. 




Um palestiniano esfaqueou até à morte uma adolescente israelita de 13 anos no quarto dela, enquanto dormia, na cidade de Kyriat Arba, na Cisjordânia.


Segundo o exército israelita, o homem foi abatido a tiro e morreu no local.

Um segurança civil israelita que terá intervindo em sua defesa foi também esfaqueado.




A vítima era uma familiar afastada do ministro israelita da Agricultura, que declarou: “A vingança do Senhor é a vingança do Senhor, mas a nossa vingança é construir nesta terra.”

Nos últimos 8 meses, 33 israelitas e 2 cidadãos americanos foram mortos por palestinianos, numa onda de ataques de rua.

As forças israelitas mataram pelo menos 198 palestinianos, dos quais 134 dizem serem atacantes, tendo sido os outros mortos em protestos e confrontos.

Os líderes palestinianos dizem que os atacantes agem em desespero, depois de as conversações de paz terem sido suspensas em 2014 e de os israelitas construirem em território ocupado que os palestinianos reivindicam enquanto Estado.

Tensões no acesso de judeus a um disputado local sagrado em Jerusalém têm instigado também à violência.




29 de jun de 2016

Brexit - Hollande e Rajoy: está fora de causa negociar com a Escócia

Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, encontrou-se ontem com a primeira-ministra escocesa, Nicola Sturgeon. Não será fácil o abraço da Escócia à UE  



DN, 30 de junho de 2016. 



Por José Fialho Gouveia



Intransigência dos líderes europeus reforça a probabilidade de um segundo referendo pela independência em relação ao Reino Unido.

E de repente Espanha transformou-se na grande barreira. "Quero ser muito claro. A Escócia não tem poderes para negociar com a União Europeia. Espanha opõe-se a qualquer negociação que não seja com o governo do Reino Unido. Se o Reino Unido sai, a Escócia sai", afirmou ontem o primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy.

Mesmo que os líderes europeus conseguissem encontrar uma forma de contornar as leis para que os escoceses pudessem continuar, as intenções esbarrariam na intransigência de Espanha. Rajoy não o disse, mas é óbvio que o objetivo da sua assertividade é não abrir um precedente que possa ser útil para os independentistas da Catalunha.

Rússia e Turquia “normalizam” relações

Vladimir Putin Recep Tayyip Erdogan




EuroNews, 29 de junho de 2016. 




Turquia e Rússia normalizam relações dois dias depois de Ancara e Telavive terem enveredado pelo mesmo caminho.

Vladimir Putin ordenou ao seu governo para “iniciar o processo de normalização” das relações comerciais com a Turquia, na sequência de uma conversa telefónica com o seu homólogo Turco 
Recep Tayyip Erdogan.




O chefe do Estado russo fez o anúncio após uma primeira troca de impressões desde a entrada em vigor das sanções russas contra a Turquia na sequência do surto de crise diplomática entre os dois países em novembro.

“No que diz respeito às nossas relações bilaterais, gostaria de começar pela questão do turismo – embora isso surja num momento em que as células terroristas estão cada vez mais ativas, no entanto, estamos a impor restrições administrativas nesta área e peço ao governo da Federação da Rússia para iniciar o processo de normalização do comércio e relações económicas com a Turquia”.

Os dois países tinham relações cortadas desde incidente junto à fronteira sírio-turca com um bombardeiro russo abatido por um F-16 turco que causou a morte de um dos pilotos. Desde então a mercadoria vinda da Turquia era travada junto à fronteira com a Geórgia por ordem de Moscovo.



John Kerry levanta questões com Putin sobre o assédio sofrido por diplomatas dos Estados Unidos em Moscou

O presidente russo, Vladimir Putin (R) recebe secretário de Estado John Kerry dos EUA durante uma reunião no Kremlin em Moscou, Rússia 15 de dezembro de 2015.



Reuters, 28 de junho de 2016. 




O assédio e a vigilância dos diplomatas dos Estados Unidos em Moscou na Rússia aumentaram significativamente e o secretário de Estado dos Estados Unidos John Kerry levantou a questão recentemente com o presidente russo, Vladimir Putin, disse o Departamento de Estado na segunda-feira. 

Kerry passou a levantar a questão com Putin em 24 de março deste ano, disse um funcionário do Departamento de Estado. 

O Brexit vai atrasar o sonho dos países dos Bálcãs de entrar na União Europeia

selos especiais postais Edição mostram as bandeiras da Sérvia e da UE, em Belgrado 21 de janeiro de 2014.



Reuters UK, 28 de junho de 2016. 



Por Giles Elgood



Os países dos Bálcãs que esperam para aderir à União Europeia temem sua jornada para a adesão ao grupo que vem oferecendo prosperidade e estabilidade terá de enfrentar atrasos e incertezas agora que a Grã-Bretanha votou para sair. 

Albânia, Bósnia, Kosovo, Macedônia, Montenegro e Sérvia, que suportaram guerras e revoluções na década de 1990, estão todos em diferentes fases de adesão para se juntarem aos 28 países da União Europeia. 

A reação imediata nas capitais dos Bálcãs a decisão do referendo da Grã-Bretanha na quinta-feira foi a de que os esforços de adesão à União Europeia iriam continuar intactos. 

Suécia - a polícia sueca revela sua nova arma contra agressões sexuais de meninas: pulseiras "não me toque"

Pulseiras anti-assédio da polícia sueca



Speisa, 28 de junho de 2016.



Assim começa a campanha policial para parar agressões sexuais de jovens na Suécia.

“Esperamos que isso faça com que os caras pensem duas vezes antes de cometer tais atos. Muitos provavelmente não percebem que isto é um crime,” diz o chefe da polícia nacional Dan Eliasson (foto).

O debate sobre como as meninas jovens foram agredidas por homens muçulmanos, começou no início deste ano, quando se soube que homens (a maioria dos quais eram requerentes de asilo afegãos) em grupos rodearam uma garota durante o festival “We are Stockholm” e tateavam o seu corpo.

Essa iniciativa surgiu depois de relatos de ataques semelhantes em muitas cidades suecas durante a véspera de Ano Novo, o que também aconteceu na Alemanha e em outros países europeus naquela noite.

Sete membros da máfia russa presos na Espanha

Membros da Unidade de Intervenção Especial da Guarda Civil estão em um veículo na faculdade Jovens Guardas do "Duque de Ahumada 'em Valdemoro em 21 de março de 2016 em Valdemoro, Espanha. 



UT, 28 de junho de 2016. 



Os suspeitos declaradamente tiveram reuniões com membros do partido no poder, o partido político Rússia Unida. 

Pelo menos seis russos e um ucraniano foram presos na cidade portuária espanhola de Tarragona, os meios de comunicação locais como El Mundo informaram nesta terça-feira, 28 de junho. Os detidos são alegadamente membros da máfia russa, que operam no país. 

De acordo com o EL Mundo, os suspeitos estavam lavando dinheiro para duas quadrilhas poderosas, conehcidas como Tambov e Tagan, grupos criminosos. Além disso, dizem as fontes que os membros da máfia têm mantido reuniões com alguns funcionários russos de alta patente, ou seja, os membros do partido do governo, o partido Rússia Unida

Das pessoas, detidas pelos agentes da lei, são tidas como também tendo estabelecido contatos com negociantes de estupefacientes, aliadas a cartéis de drogas colombianos. 

A operação contra a máfia russa, conduzida por agentes da Guarda Civil Espanhola e anticorrupção, ainda está em curso, diz El Mundo.  A Espanha também tem ordem de prender 192 ativos de propriedade, ligadas à atividade criminosa em várias cidades do país. 


Fonte:http://uatoday.tv/crime/seven-members-of-russian-mafia-arrested-in-spain-681260.html

Líder escocesa apresentou decisão do país se manter na UE a Schulz

Nicola Sturgeon Martin Schulz



DN, 29 de junho de 2016. 



Nicola Sturgeon reuniu-se com o presidente do Parlamento Europeu e reafirmou a determinação da Escócia de ficar na União Europeia

A primeira-ministra escocesa afirmou hoje que a sua reunião com o presidente do Parlamento Europeu (PE) foi uma "boa oportunidade" para apresentar a posição do país depois da decisão, em referendo, do Reino Unido abandonar a União Europeia (UE).

Nesta reunião, em Bruxelas, entre Nicola Sturgeon e o líder do PE, Martin Schulz, foi assumido ser ainda cedo para definir o futuro da Escócia, mas que se aproveitou para fixar a posição do país e "o desejo da Escócia de permanecer na UE".

Finlândia - o presidente Niinisto: o Brexit não irá comprometer as estimativas de segurança finlandesa

Sauli Niinisto



YLE, 28 de junho de 2016. 




O presidente finlandês Sauli Niinistö  diz que a saída do Reino Unido da União Europeia não irá afetar materialmente a situação da segurança na Finlândia. O governo já tinha sido objetov de diversas críticas por não esperar até depois do referendo da saída ou permanência da Grã-Bretanha na União Europeia para emitir uma análise do atual ambiente de segurança. 

Falando à mídia em Puumala, sudeste da Finlândia, durante uma excursão nas províncias, o presidente Sauli Niinisto disse que a decisão do Brexit da semana passada não terá qualquer impacto significativo sobre a situação de segurança da Finlândia. Niinisto apontou que, até agora, a Grã-Bretanha não tinha mostrado qualquer interesse especial na política de segurança e defesa. 

Acho que é difícil ver como ela poderia mudar a nossa situação de segurança de qualquer maneira significativa”, disse Niinisto terça-feira. 

28 de jun de 2016

Bálcãs - o partido de Putin “protege” os Bálcãs: soberania e neutralidade

Vladimir Putin


B92, 28 de junho de 2016. 



A decisão do partido Rússia Unida em assinar uma declaração de cooperação com representantes dos partidos da Sérvia, Montenegro, Bósnia, Macedônia e Bulgária. 

Signatários do documento defendem a criação de um território militarmente neutro nos Bálcãs. 

Os signatários apontam para o que chamam de uma “redução das tensões internacionais”, e é especificamente significativo para o sudeste da Europa “para desenvolver a iniciativa de um número de políticos dos Bálcãs para formar um território de Estados soberanos neutros, o que incluiria a Sérvia, Montenegro, Macedônia, Bósnia-Herzegovina”, diz a Agência Beta citando o site da Rússia Unida

Explosões no aeroporto internacional de Istambul matam 28 pessoas

Ambulâncias chegam ao aeroporto internacional de Istambul






Público, 28 de junho de 2016. 






CNN Turk fala também em tiroteio no parque de estacionamento. Número de feridos já subiu para as seis dezenas.

Duas explosões abalaram o aeroporto internacional Ataturk, de Istambul, provocando pelo menos vinte e oito mortos e várias dezenas de feridos, confirmou o Ministério do Interior turco.




Segundo a Reuters, o incidente está a ser tratado pelas autoridades como um ataque terrorista. Aparentemente, duas bombas explodiram à entrada do aeroporto, antes de ultrapassar os pórticos de raio-X que estão instalados junto às portas que dão acesso ao interior do terminal.

A mesma fonte detalha ainda que o incidente causou cerca de 60 feridos: seis deles encontram-se em estado crítico. Segundo o governador turco, Vasip Sahin, o número de mortos pode aumentar nas próximas horas. Sahin adianta ainda que o ataque terá sido provocado por três bombistas-suicidas.


De acordo com a CNN Turk, o ministro da Justiça disse que um terrorista abriu fogo antes de se fazer explodir na zona das entradas do aeroporto. 


Testemunhas citadas pela CNN Turk mencionam ainda um tiroteio no parque de estacionamento do aeroporto. Fontes da polícia citadas pela Reuters dizem que houve uma tentativa de neutralizar os suspeitos a tiro.

Os táxis de serviço no aeroporto estão a transportar feridos para os hospitais.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, marcou uma reunião de emergência com o primeiro-ministro, no palácio presidencial.

A cidade de Istambul já foi palco de vários ataques à bomba, este ano, entre os quais dois ataques terroristas em bairros turísticos que as autoridades atribuíram ao Estado Islâmico.

Também a capital do país, Ancara, foi alvo de atentados, o último dos quais matou 11 pessoas e feriu mais de 30 no centro da cidade, na zona que alberga edifícios governamentais e uma universidade -- e foi reivindicado por um grupo militante de separatistas curdos.



Suécia - "deve discutir a proibição de escolas religiosas," diz ministra

Prólogo


Podemos aprender muitas coisas a respeito do sistema de ensino sueco. A primeira coisa é que, o ensino de lá gira em torno da ideologia de gênero. Não sei exatamente como funciona o ensino em escolas religiosas – que não ensinam, propriamente, religião, mas têm um modelo organizacional um pouco diferente – talvez até curricular, não sei! Mas difere muito das escolas públicas e particulares das quais estamos habituados. O segundo aprendizado é que, essa mulher, nem sequer é uma sueca, mas ela sabe o quão importante é a ideologia de gênero [para si mesma], e, portanto, o que restou do Cristianismo – se é que restou – está no caminho para a implementação da diversidade. As escolas religiosas mantêm um pouco de ordem, hierárquica, e também disciplinar: meninos e meninas nos seus respectivos lugares. Homem e mulher = família. Parece que na mente dessa feminista, o menor contato com essa disciplina pode pôr em risco o aprendizado das crianças na ideologia de gênero, ou seja, elas podem aprender quais são os papéis de ambos os sexos. 

Parece que na Suécia é preciso caçar até o último resquício de tradicionalismo, mesmo que seja em algo tão banal, como na forma disciplinar como uma escola religiosa divide os alunos por sexo. Isso porque eu nem sequer sei se esse “currículo” sueco introduz também, nas escolas particulares e religiosas, o ensino da ideologia de gênero. Se for isso, então parece-me que eles estão a fim de findar o resquício do resquício. Se do conservadorismo religioso só sobrou a disciplina que divide meninos e meninas, então, com toda certeza esse é o fim da Suécia. O Cristianismo, como sempre, o alvo principal. O país tem duas capitais que são tidas como sendo as capitais do estupro na Europa, mas a preocupação do governo sueco são escolas religiosas, e o seu modo organizado de separar alunos. Não obstante, o governo sueco há pouco tempo atrás não reconheceu o genocídio dos cristãos perpetrado pelas mãos do Estado Islâmico. Os socialistas suecos têm ímpeto para caçar o Cristianismo, abraçar o Islã, e fazer com que reine a impunidade.

Aida Hadzialic

                                                                                

The Local SC, 28 de junho de 2016. 


Suécia precisa discutir a proibição das escolas religiosas em meio a relatos de que algumas escolas estão segregando meninos e meninas, diz a Ministra da Escola Secundária Superior Aida Hadzialic. 

A ministra está convocando conversações multipartidárias no parlamento para discutir como “realmente garantir que as aulas estão livres de elementos religiosos”, disse ela em entrevista ao jornal Aftonbladet




“A lei estipula que as escolas com taxa de matrícula escolar devem ser laicas, mas estamos recebendo sinais preocupantes de que este não é o caso, e que as meninas estão sendo ensinadas separadamente. Nós não podemos ter isto assim”, disse Hadzialic.

A ministra disse que iria empurrar uma mudança no parlamento neste Outono após o Ministério da Educação ser informado sobre a separação nas escolas de meninos e meninas.

“Escolas suecas devem ser para todos, eles devem eliminar a segregação e formar a base para uma Suécia forte”.

O sistema escolar público da Suécia é financiado pelo Estado [óbvio], mas a gestão privada foi introduzida em 1992 e abriu o caminho para que as organizações religiosas operassem as escolas do jeito que quisessem, desde que estejam presas ao currículo escolar sueco.

Ainda Hadzialic, de 29 anos é nascida na Bósnia-Hertzagovina, e era relativamente nova na política, quando o primeiro-ministro Stefan Lofven a nomeou em seu gabinete, em 2014. Ela trabalhou como advogada até 2010. 

Radar de alta potência pode gerar hegemonia chinesa sobre Mar do Sul da China

A China tem construido novas ilhas no Mar Sul da China



EpochTimes, 28 de junho de 2016. 



Por Larry Ong



Radar pode aumentar significativamente a capacidade da China para monitorar navios ou aviões que passam pelo Estreito de Malaca.

A provável instalação de um poderoso radar da China numa ilha no Mar do Sul da China significa a tentativa do regime chinês de “efetivamente controlar” as águas disputadas na região, o local de muitas reivindicações marítimas concorrentes e de rotas marítimas cruciais, segundo um instituto de reflexão norte-americano.

Finlândia - tráfego de requerentes de asilo secam em postos fronteiriços de Lapónia

Os requerentes de asilo em Tornio no último Outono 



YLE, 28 de junho de 2016. 



Nem um único requerente de asilo [invasor] tentou cruzar para a Finlândia através de suas estações fronteiriças orientais na Lapónia desde as primeiras semanas de abril. O tráfego na fronteira de Tornio Ocidental também diminuiu para apenas alguns indivíduos. O Ministério do Interior diz que o país deve, contudo, estar preparado para um outro aumento do fluxo de refugiados. 

A partir de agosto de 2015, milhares de requerentes de asilo entraram na Finlândia através de suas fronteiras com a Suécia e a Rússia na Lapónia. O tráfego abrandou no final de dezembro do mesmo ano, na fronteira ocidental, depois que a Suécia e a Dinamarca reforçaram o patrulhamento de suas fronteiras. Logo as travessias nas estações de Lapónia e na fronteira com a Rússia, em Salla e Raja-Jooseppi, pararam. 

Merkel mantém o Brexit sob pressão

Angela Merkel



EuroNews, 28 de junho de 2016. 





A União Europeia é suficientemente forte para sobreviver à saída do Reino Unido” foi o disse esta terça-feira a chanceler alemã, Angela Merkel, diante dos deputados alemães, antes da cimeira europeia em Bruxelas.

Merkel lamentou que o Reino Unido tenha escolhido abandonar o bloco europeu, mas sublinhou que Londres não poderá esperar manter os privilégios da UE sem ter as obrigações.




“Garantiremos que as negociações não se desenvolverão segundo o princípio de ‘seleção a la carte’. (…) deve ser feita uma diferença entre ser membro ou não da família da UE”, insistiu a líder alemã. “Quem sai da família não pode esperar que todas as suas obrigações desapareçam e que seus privilégios sejam mantidos”, disse.

Merkel afirmou especialmente que, se o Reino Unido quiser guardar um acesso ao mercado único, deverá respeitar os princípios, sobretudo o da livre circulação de pessoas, um direito contra o qual os partidários do Brexit fizeram campanha devido à imigração.

Berlim descartou novamente iniciar as negociações enquanto Londres não tiver depositado formalmente seu pedido de saída, uma tarefa que o primeiro-ministro, David Cameron, deixou para seu sucessor que será designado até 2 de setembro.




Parlamento Europeu pede cancelamento de presidência britânica da UE







DN, 28 de junho de 2016. 






Eurodeputados pedem ao Conselho europeu que altere a ordem das presidências rotativas em 2017 para evitar que o processo de retirada do Reino Unido comprometa a gestão da UE

O Parlamento Europeu (PE) apelou hoje ao Conselho para que altere o calendário das presidências rotativas da União Europeia (UE), de modo a que a britânica, prevista para o segundo semestre de 2017, seja cancelada.

Numa resolução, apresentada por quatro bancadas políticas no PE, incluindo as duas maiores - PPE (que inclui PSD e DCS) e S&D (que abarca o PS) eurodeputados pedem ao Conselho da UE que altere a ordem das suas presidências a fim de evitar que o processo de retirada comprometa a gestão corrente da União.

A presidência do Reino Unido está atualmente prevista para o segundo semestre de 2017, pedindo agora o PE que seja anulada devido ao referendo que ditou a saída do país da UE.

O PE manifesta também a sua intenção de "introduzir modificações na sua organização interna" para refletir a vontade da maioria dos cidadãos do Reino Unido de deixar a UE.

"Os atuais desafios impõem uma reflexão sobre o futuro da União: é necessário reformar e melhorar a União, bem como torná-la mais democrática", defendem os eurodeputados, numa resolução aprovada por 395 votos a favor, 200 contra e 71 abstenções.

Essas reformas, defende o PE, "devem conduzir a uma UE que esteja à altura dos anseios dos cidadãos".

Para os eurodeputados, "embora alguns Estados-membros possam optar por uma integração mais lenta ou menos profunda, é necessário reforçar o núcleo duro da União e evitar soluções diferenciadas para cada Estado-membro".

Os eleitores britânicos decidiram que o Reino Unido deve sair da UE, depois de o 'Brexit' (nome como ficou conhecida a saída britânica da UE) ter conquistado 51,9 por cento dos votos no referendo de quinta-feira passada.

Logo na sexta-feira, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou a sua demissão, com efeitos em outubro, e os líderes da UE defenderam uma saída rápida do Reino Unido.




Bruxelas, União Europeia - Juncker para deputados britânicos: "Porque é que estão aqui?"

Jean-Claude Juncker.




TSF, 28 de junho de 2016. 





Por Joana Carvalho Reis





Em Bruxelas, o presidente da Comissão Europeia interrompeu o discurso para se dirigir aos eurodeputados do UKIP.

Jean-Claude Juncker dizia que é necessário respeitar a decisão democrática britânica quando, de repente, interrompeu o discurso para se dirigir a um eurodeputado do Partido Independentista do Reino Unido (UKIP). "Esta é a última vez que aplaude aqui", disse.




Na sessão extraordinária em Bruxelas para debater o resultado do referendo britânico, o presidente da Comissão Europeia dirigiu-se depois ao grupo do UKIP: "Em certa medida, estou muito surpreendido que estejam aqui. Lutaram pela saída. Os britânicos votaram a favor da saída. Porque é que estão aqui?".


No discurso, Juncker defendeu ainda que Londres tem que avançar com o processo de saída o quanto antes. "Quero que o Reino Unido clarifique a sua posição o mais rapidamente possível", e acrescentou, "sem haver notificação da parte do Reino Unido não haverá negociações".



27 de jun de 2016

Áustria - refugiados proibidos de usarem piscina pública após ataque sexual

A cidade de Mistelbach onde o incidente aconteceu. Bwag / Wikimedia



The Local Áustria, 24 de junho de 2016.



Uma piscina austríaca proibiu temporariamente todos os refugiados depois que uma menina de 13 anos de idade foi supostamente seguida até o vestiário feminino e molestada sexualmente. 

A polícia está investigando o ataque que teria ocorrido em uma piscina na cidade de Mistelbach, cerca de 60 milhas ao norte de Viena.

Segundo o jornal Heute, a menina e testemunhas disseram à polícia que o homem tinha a pele escura e era um estrangeiro.

Na sequência de uma reunião de emergência após o incidente, as autoridades locais decidiram colocar um sinal em Inglês na piscina onde se lia “hoje nenhuma entrada para os refugiados”.

Tempestade de imigrantes na fronteira da Espanha com o Marrocos.

foto de arquivo de migrantes que escalam sobre a cerca da fronteira entre Marrocos e Melilla. Foto: AFP




The Local Espanha, 27 de junho de 2016.



Mais de 120 imigrantes conseguiram pular a cerca da fronteira do Marrocos para entrar no enclave espanhol de Melilla, no domingo, com 30 conseguindo atravessar para o outro lado, segundo dizem as autoridades. 

Irene Flores, porta-voz do governo local, disse que um grupo de cerca de 120 pessoas da África Subsaariana invadiram a alta cerca de seis metros (20 pés) na manhã de domingo.

“Apenas 30 conseguiram atravessar à cerca do sistema de fronteiras e chegar até Melilla,” disse ela, acrescentando que eles tinham ido a um centro local para migrantes e refugiados.

Melilla e Ceuta, outro enclave espanhol com cerca de 400 quilômetros (250 milhas) distância, já há alguns anos, é um ponto de inflamação para imigrantes africanos que tentam entrar na Espanha, conforme as autoridades reforçam a segurança por meio do fortalecimento de barreiras fronteiriças.

O sistema de fronteira em Melilla é composto de duas cercas de seis metros de altura, com um cruzamento de cabos de aço no meio.

O incidente de domingo trouxe consigo o número de 10 tentativas de invasão desta cerca só neste ano, com cerca de 50 imigrantes conseguindo entrar em Melilla, disse Flores.


Fonte:http://www.thelocal.es/20160627/migrants-storm-spain-morocco-border-fence

Ramadã no Líbano – muçulmanos devastam aldeia cristã com vários ataques Jihad suicida

O porta-voz do Estado Islâmico Abu Mohammad Al-Adnani pediu aos muçulmanos para usar este Ramadã para “se preparar para criar um mês de calamidade em todos os lugares para os não crentes”. 







Quatro soldados estavam entre os feridos pelas explosões





Líbano: aldeia cristã atingida por vários ataques suicidas.




BBC, 27 de junho de 2016. 




Pelo menos cinco pessoas foram mortas e 15 feridas em um ataque suicida múltiplo no nordeste do Líbano, dizem funcionários médicos. 

Quatro homens-bomba se explodiram fora de uma casa na aldeia predominantemente cristã de Qaa, perto da fronteira com a Síria devastada pela guerra. 

Não ficou imediatamente claro quem e ou o que os terroristas planejavam atingir. 

Al-Manar TV, que é de propriedade do grupo militante xiita Hezbollah culpou o grupo jihadista sunita Estado Islâmico. 

O Estado Islâmico realizou ataques suicidas anteriormente que mataram dezenas de pessoas no Líbano, mas ainda não disse que estava por trás das explosões de segunda-feira. 

Porta para o Líbano. 

A Agência de Notícias Nacional oficial do Líbano informou que o primeiro homem-bomba se explodiu em frente da casa às 04:20 (01:20 GMT). 




Os outros três atacantes em seguida, detonaram os seus coletes suicidas, um após o outro conforme as pessoas se reuniam numa rua próxima, acrescentou. 

Quatro soldados que foram até lá investigar a primeira explosão estavam entre os feridos. 

“Qaa é a porta de entrada para o resto do Líbano, e aqui nós paramos um plano para uma explosão muito maior”, disse o prefeito Bashir Matar à agência de notícias AFP. 

“Nós perseguimos o quarto atacante e disparamos contra ele, e ele se explodiu”, disse ele. Acrescentando que cinco moradores haviam sido mortos no ataque. 

A NNA informou que o exército tinha isolado a área e foram à procura de possíveis cúmplices. 

As explosões teriam ocorrido cerca de 150m (490 pés) a partir de um ponto da fronteira aduaneira libanesa, na estrada que liga o vale do Bekaa a cidade síria de Qusair. 

A maioria dos habitantes de Qaa são cristãos, mas uma área chamada Masharia Qaa é predominantemente sunita. 

Um grande número de sírios [sic] refugiados também criaram um acampamento informal ao lado da vila, de acordo com a AFP...




Espanha - eleitores mantém velho bipartidarismo





EuroNews, 27 de junho de 2016.



O eleitorado espanhol parece ter perdoado os escândalos de corrupção no seio do PP e durante a legislatura de Rajoy e concedeu-lhe uma segunda oportunidade nestas eleições. Algo inesperado, sobretudo a subida do PP.

“Foi uma grande surpresa e vamos refletir sobre quais foram as razões. Eu acho que pode ter sido uma situação de medo que influenciou esta situação, um receio que foi percebido em áreas do centro e centro-direita pelo fato de que o Podemos poderia vir a tornar-se numa segunda força nacional. Mesmo com capacidade de governar no caso em que o Partido Socialista teria mostrado disponibilidade para isso.”

“Brexit”: Negociações só após um pedido oficial do Reino Unido para sair da UE







EuroNews, 27 de junho de 2016. 





Por Marco Lemos | Com REUTERS, EFE, AFP




“Não vão existir negociações informais ou formais sobre a saída até que a União Europeia receba o pedido oficial de saída” da parte do Reino Unido: os líderes da Alemanha, França e Itália repetiram, esta segunda-feira, em Berlim, que respeitam a decisão dos britânicos, tomada em referendo, na semana passada. Mas, como a “incerteza” é uma grande “ameaça”, Angela Merkel, François Hollande e Matteo Renzi insistiram na necessidade do Reino Unido invocar o mais depressa possível o artigo 50 do Tratado de Lisboa e realçaram a importância de “não perder tempo” e avançar na construção europeia.




Nesse sentido, as prioridades de Berlim, Paris e Roma para os 27 países que vão continuar na União Europeia são: a segurança; a crise dos refugiados; o crescimento e a competitividade; a juventude e também a economia da zona euro. Merkel, Hollande e Renzi querem dar um “novo impulso” à Europa e prometem apresentar “medidas concretas” logo a seguir ao verão, num Conselho Europeu a realizar em setembro.

Os três líderes consideraram que a decisão dos britânicos foi um momento “doloroso”, mas agora é chegada a hora de “virar a página”. A Europa “não pode perder tempo (…) É necessário respeitar as regras e o desejo de um povo soberano e temos de pensar numa estratégia para os próximos meses”, rematou o primeiro-ministro italiano.

O Parlamento Europeu deverá aprovar, esta terça-feira, uma resolução a pedir que o Reino Unido proceda à “ativação imediata” do artigo 50 do Tratado de Lisboa, que regula a saída de um membro da União Europeia.




Finlândia – Putin chega na sexta-feira para conversações

Niinistö e Putin reuniu pela última vez fora de Moscou em 22 de março de 2016



YLE, 27 de junho de 2016. 



A data da visita do presidente russo, Vladimir Putin à Finlândia foi confirmada para sexta-feira 1 julho. 

O presidente russo, Vladimir Putin fará uma visita de trabalho a Finlândia na sexta-feira, 1 de junho. Ele será hospedado pelo seu homólogo finlandês Sauli Niinistö na residência de verão presidencial. Conhecida como Kultaranta, que é localizada em Naantali, perto de Turku, no sudoeste. 

De acordo com um comunicado emitido pelo escritório de Niinistö na segunda-feira à tarde, os dois chefes de estado vão discutir as relações bilaterais, bem como questões internacionais, incluindo as situações na Ucrânia, Síria e Oriente Médio como um todo [ênfase minha]

Do you speak English? Em Bruxelas já não é preciso




DN, 27 de junho de 2016. 



Irlanda escolheu o gaélico como língua oficial. Malta o maltês. O inglês pode perder o seu lugar enquanto idioma oficial de trabalho no Parlamento Europeu com o "Brexit"

O inglês poderá deixar de ser língua oficial no Parlamento Europeu (PE), caso não sejam alterados os regulamentos, na sequência da saída do Reino Unido da União Europeia (UE), notou hoje Maria Hubner, eurodeputada responsável pela comissão dos assuntos constitucionais.

Segundo fez saber Hubner em conferência de imprensa, a vitória do "Brexit" no referendo no Reino Unido implicará a alteração a vários níveis das instituições. Para que o inglês possa continuar a ser uma língua oficial será necessária a mudança por unanimidade dos regulamentos, já que, no cenário atual - com a saída do Reino Unido - este idioma deixaria de ser uma língua oficial de trabalho.

Parlamento Europeu prepara resolução para apressar saída do Reino Unido

Parlamento Europeu






Notícias ao Minuto, 27 de junho de 2016. 





O Parlamento Europeu deverá aprovar na terça-feira, em Bruxelas, uma resolução a pedir a "ativação imediata", pelo Reino Unido, do artigo do Tratado de Lisboa que regula a saída de um estado-membro da União Europeia (UE).

De acordo com a versão preliminar da resolução, à qual a agência Lusa teve acesso, o "Parlamento Europeu toma nota da vontade do desejo dos cidadãos britânicos em deixar a UE, salienta que a vontade expressa pelo povo precisa de ser completamente e totalmente respeitada, começando com a ativação imediata do ano artigo 50 do Tratado da UE".

Uma resolução sobre as consequências do resultado do referendo no Reino Unido sobre a saída da UE será votada na sessão extraordinária convocada para terça-feira, com o projeto desse documento a advertir que a notificação deve acontecer imediatamente para "se prevenir a incerteza para todos e proteger a integridade da União".

Os eurodeputados solicitam, assim, que o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, notifique o Conselho Europeu de terça e quarta-feira sobre o resultado do referendo e que "essa notificação lance o procedimento de saída".

Os parlamentares também devem pedir que se siga um "roteiro para uma melhor União", com base no Tratado de Lisboa, e que "seja completado com uma revisão do Tratado".

No texto consultado pela Lusa lê-se que os "interesses e expectativas dos cidadãos da UE devem voltar ao centro de debate" e o projeto europeu deverá ser "relançado agora" e faz-se o convite ao Conselho para indicar a Comissão Europeia como negociador do artigo 50º.

O Conselho deverá ainda alterar a ordem das presidências rotativas, uma vez que o atual calendário determina que o Reino Unido deverá assumir a liderança de julho a dezembro de 2017.

Os grupos parlamentares europeus tiveram até às 18:00 de hoje (17:00 de Lisboa) para apresentar alterações a este texto, esperando que a versão final seja redigida esta noite e votada na terça-feira, segundo a presidente da comissão parlamentar de assuntos constitucionais, Maria Hübner, em conferência de imprensa.

O resultado do referendo será tratado num jantar de trabalho entre os chefes de Estado e do Governo da UE, entre os quais o primeiro-ministro António Costa, e numa reunião informal na quarta-feira apenas a 27, sem David Cameron.