15 de mai. de 2016

Noruega permite com um clique mudança de sexo, e o governo decide sobre o sexo das crianças caso os pais estejam em desacordo.

Prólogo. 

Pois bem, como eu disse certa feita: a Noruega é a Suécia de amanhã – e estão provando isso a cada dia. No texto você poderá encontrar o seguinte argumento: a Anistia Internacional diz que não o bastante tirar o poder de escolha dos pais, que praticamente são obrigados a deixar que o estado decida, ou então, se os pais forem como a mulher descrita no texto, serão imbecis o suficiente de serem totalmente coesos com a questão. Veja que, uma criança na Noruega em formação já é bombardeada com essas questões, de que gênero não é biológico, e que ela escolhe o que quer ser. Tanto a escola, quanto a mídia e o entretenimento repetem a mesma mentira, portanto, é impossível que uma criança não esteja condicionada a aceitar essa premissa, de que o sexo dela é uma questão de escolha, e não dos seus atributos físicos, biologicamente estabelecidos. 

Portanto, você tem aí uma criança com propensão a escolher aquilo no qual ela está sendo condicionada. A Anistia diz que o respeito também se faz necessário, e para isso, é preciso investir num meio de fazer com que as pessoas aceitem as escolhas dessas pessoas, e não as contrarie, ou seja, que passem a ver a questão como normativa. A OMS ainda mantém o seu parecer de que transgenia é doença mental, no entanto, ao levarem a questão para sala de aula, com o intuito de "sensibilizar" e assim tornar a questão normal entre o público, até mesmo opcional, eles não estariam na verdade, condicionando os jovens a uma doença? Pois é. Essa é a Noruega, que assim como toda Escandinávia está em decadência. 

E dizem que a primeira-ministra que está atualmente regendo o país é uma conservadora. Se ela for, então eu sou o mico-leão.




Breitbart, 15 de maio de 2016.


Enquanto comandante de um submarino na Guerra Fria, rastreava os soviéticos fantasiado, John Jeannete teve os seus vestidos guardados no armário reservado para documentos ultrassecretos. 
Logo, este ex-capitão da marinha norueguesa será reconhecido como uma “mulher” nascido no corpo de um homem. 
Sob uma nova lei proposta e saudada por ativistas como uma das mais liberais do mundo, as pessoas que querem mudar de gênero na Noruega não seriam mais obrigadas a passar por qualquer transformação física. 
Não há exames psiquiátricos mais humilhantes, há longos tratamentos hormonais e cirurgias invasivas resultando em esterilizações irreversíveis que têm sido a prática para uma mudança de gênero legal na Noruega desde a década de 1970. 
Tudo o que você tem a fazer é notificar as autoridades – um clique em um site seria o suficiente – para alterar o seu sexo legalmente, se o projeto virar lei. 
A legislação, que ativistas esperam ser votada pelo Parlamento antes das férias de Verão, reuniu pouca oposição. 


“Toda a minha vida, eu tinha que mostrar que eu era um menino, ou então um homem. Eu desempenhei um papel de macho. Eu tinha uma barba grossa agradável, exatamente como era esperado”, diz John Jeanette Solstad Remo, que escolheu um nome enfatizando sua identidade trans. 
“Mas quando eu me via como um homem, mesmo que isso funcionasse, a vida era cinza. Quando eu me vejo como uma mulher, é o oposto, existem muitas coeres na minha cabeça e ao meu redor”, acrescenta o ex-capitão do submarino de 67 anos de idade. 
“Ninguém além de mim pode decidir quem eu sou e esta lei reconhece esse direito”.
Vestido com uma saia preta e um top verde pálido e lenço combinando, e o rosto maquiado, Remo lembra uma vida de batalhas.
Suas memórias vão desde a alegria de vestir roupas das meninas de sua idade, sendo imediatamente sufocado por sua mãe, a pensamento suicidas em sua adolescência após ser descoberto por outros jovens. 
Ele lembra também de tentar se enturmar ao esconder o seu verdadeiro eu no mundo viril acadêmico naval e no corpo do submarino. 
“Quando desembarcávamos no porto, muitas vezes ficávamos em hotéis. Gostava de comprar uma garrafa de vinho, e eu assistia TV e ficava em meu quarto, me vestia como uma mulher. Era a única maneira de sobreviver”, diz Remo, que não foi submetido a cirurgia de mudança de sexo. 
O seu primeiro casamento terminou depois que sua esposa por um acaso encontrou um saco sujo de roupas femininas escondidas no porão. Remo se casou novamente, desta vez com uma mulher que iria aceita-lo como ele era: “O trans que eu sou é uma espécie de terceira pessoa em nosso relacionamento”. [Ainda por cima esquizofrênico].

As crianças também. 


Embora os tempos mudaram na Noruega, e a opinião pública também, a vida cotidiana ainda pode ser problemática quando se trata de alugar um livro na biblioteca, obter um empréstimo, ou cruzar fronteiras com documentos de identificação que não combinam com a aparência física. 
Ainda listado como um transtorno de personalidade pela Organização Mundial da Saúde, transgenismo desperta emoções internacionalmente. [Fale por si mesmo].

A lei da Carolina do Norte que requer que pessoas transexuais possam usar o banheiro correspondente ao sexo em suas certidões de nascimento provocou protestos irritados, de Bruce Springsteen ao Deutsche Bank, e um debate acalorado entre os candidatos presidenciais republicanos Donald Trump e Ted Cruz. 
A Argentina é pioneira no campo,l tendo permitido que as pessoas desde 2012 possam escolher o seu próprio sexo de modo legal, sem previamente ter cirurgia de mudança de sexo. 
Mas a expectativa de vida dos transgêneros no país latino-americano é de mais de 35 anos, de acordo com um estudo da Associação de Travestis, Transexuais e Transgêneros da Argentina. 


Ele disse que eles eram muitas vezes condenados ao ostracismo pela sociedade, se deparando com a discriminação e falta de acesso ao emprego e habitação, por exemplo, que os deixa cada vez mais desesperados. 
“A lei é uma coisa, mas você também tem que realmente mudar as atitudes”, diz Patrícia Kaate da Anistia Internacional, que luta pelos direitos das pessoas trans. 
O projeto de lei da Noruega também permite que os menores de idade entre 6 a 16 anos mudem seu sexo sem ambos os pais concordarem. Se um dos pais se opõe, as autoridades podem decidir “pelo melhor interesse da criança”.
“Alei vai tornar as coisas mais fáceis para nós. Nós não teremos que nos preparar com antecedência antes de ir a qualquer lugar. Já existem tantas coisas para explicar”, diz Sofie Brune, mãe de dois filhos que vivem em Oslo. 
Sua segunda criança Miria Nasceu há seis anos no corpo de uma menina, mas foi identificado como um menino desde uma idade muito jovem. Portanto, é natural que ela agora jogue na equipe local de futebol de meninos, e ela é tratada como um menino na escola. 
“Ela está feliz. Isso é o que é mais importante. Crianças em torno dela são muito tolerantes uma vez explicada a situação”, diz Sofie. 
Para as pessoas transexuais, a coisa mais importante é ser capaz de viver suas vidas da maneira que querem. Nas palavras do transgênero Frida Haslund: “Eu não quero ser enterrado sem nunca ter sido eu”. 

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