1 de abr de 2016

Anistia Internacional apoia os Direitos Humanos, exceto os direitos humanos das crianças não nascidas

Prólogo. 

A Anistia Internacional se tornou uma das organizações mais malignas do mundo, e uma verdadeira organização criminosa promotora de todos os males humanos, do qual afirma combater: tortura, assassinato, maus-tratos – entre outras coisas. Uma organização que se gaba de ter ajudado centenas de pessoas dependentes de anistia, em sua maioria, guerrilheiros comunistas latinos americanos, entre outros. 

Uma organização que realiza sempre um dia de memória para as vítimas do Holocausto, mas que pede incentiva, e pressiona países para que iniciem o seu próprio Holocausto no nascituro. O que foi descoberto da Clínica Planned Parenthood nos Estados Unidos, já deveria ser o suficiente para que todos os governos do mundo banissem para sempre a prática do aborto. Mas como estamos lidando com seres humanos – soberbos, maledicentes, torpes e maus desde a raiz – então sabemos que isso não vai acontecer. A Anistia, não satisfeita só em promover o assassinato, ela agora resolveu ir para mais de uma categoria – do suicídio assistido, até a prostituição como forma de trabalho. Se esse é o tipo de organização humanitária de direitos humanos internacional no qual os governos europeus se espelham, em parte, então agora faz sentido porque o mundo está assim, de cabeça para baixo.


Anistia Internacional.


LifeNews, 30 de março de 2016.

Anistia Internacional apoia os Direitos Humanos, exceto os direitos humanos das crianças não nascidas. 
Enquanto a Anistia continua a pressionar com sua campanha o Governo Irlandês para realizar um referendo para remover a 8ª Emenda da Constituição irlandesa, e abrir o caminho para o aborto se tornar totalmente introduzido na Irlanda, os ativistas pró-vida chamam a atenção para os seus planos que não deixam espaço para a proteção das crianças que ainda não nasceram. 
Esta manhã, Colm O’Gorman da Anistia da Irlanda e Cora Sherlock da Campanha Pró-Vida falaram em uma estação de rádio local na Irlanda. 
Sherlock apontou que Colm O’Gorman nunca mencionou os direitos dos fetos antes, durante a sua entrevista e salientou que o que referendo da Anistia está procurando  é uma maneira de remover inteiramente os direitos humanos das crianças não nascidas da Constituição Irlandesa. 
Quando desafiado sobre o fato de que os registros internacionais mostram que a Irlanda tem sido consistentemente um dos lugares mais seguros no mundo para quem está grávida e quer ter um filho, O’Gorman não quis abordar as estatísticas, as estatísticas que, conforme Sherlock mostrava, dava provas de que o debate na Irlanda não está se centrando entorno da saúde das mulheres, mas sim sobre os juízos de valor. Removendo o direito à vida dos nascituros que, segundo ela, os coloca em uma categoria separada nos termos da lei, algo que não é aceitável. 
Colm O’Gorman reiterou que a Anistia Irlandesa continua sua campanha diária para pressionar por mais aborto na Irlanda ao longo das próximas duas semanas. Ele não aborda o fato de que tem sido feito, que a campanha da Anistia ignora as vozes das mulheres que lamentam pelos seus abortos. Da mesma forma, ele não fez comentários sobre a mensagem transmitida pela Campanha Pro-Vida ontem, ou seja, a Anistia ignora a tortura e sofrimento infligido em bebês que sobrevivem ao aborto e são deixados para morrer sozinhos nos cantos hospitalares. Em vez disso, ele pediu apoio para a campanha em curso da Anistia. 
Sherlock terminou observando que, em vez de pressionar o governo a introduzir o aborto, a Campanha Pró-Vida queria pedir aos políticos para que resolvam o sério problema da falta de moradia entre mulheres grávidas na Irlanda, e pediu-lhes para garantir que a Irlanda continue a ser um país de excelência para a proteção e assistência às mulheres e seus bebês. 

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