31 de mar de 2016

Proliferação e nova corrida às armas dominam cimeira nuclear

Prólogo. 

Barack Obama prepara o palco para mais um show de demagogia. No período em que o Irã estava supostamente implementando o seu programa nuclear, Obama recuou, não permitindo que Israel atacasse as bases nucleares do Irã. Bush, anos antes, também havia recuado. Durante esse período de 2010 a Rússia estava auxiliando os iranianos, com todo o aparato essencial para construir fábricas e moldar a tecnologia como bem entendesse. No fim o programa acabou sendo mais de ressarcimento, do que nuclear. 

Desde esse período Israel alertava os Estados Unidos de Obama para a ameaça, mas não recebeu a resposta desejada para intervir. Então, dois anos depois o governo israelense se decidiu, e resolveu avisar com antecedência os Estados Unidos e o Pentágono que iria atacar as bases nucleares do Irã, com ou sem o seu consentimento. Foi daí que surgiu Sargei Lavrov, o Ministro de Relações Exteriores avisou que se Israel atacasse o Irã, aquilo consignaria numa atitude terrível e precipitada, e que a Rússia se veria obrigada a agir. Foi uma ameaça direta a Israel e o seu aliado, os Estados Unidos. 

China revela arma nuclear de maior alcance no mundo capaz de atingir um alvo em qualquer lugar da Terra

Prólogo.

Isso é realmente interessante – e preocupante! Como já ratifiquei aqui diversas vezes: a China está construindo bases no Mar do Sul, instalando armas nas ilhas artificiais, para dissuadir os “invasores” a se manterem longe, enquanto os mesmos exploram toda região para beneficio próprio – ou, propriamente, do regime. 

O regime de Pequim que já explora águas internacionais com práticas de pesca ilegal, não parece satisfeito em reinar nas águas alheias, e agora pretende monopolizar a região para si, de modo que os países em volta sejam obrigados a pagar tributo ao regime, para poder passar e fazer comércio com o resto do mundo. O regime avança também duma maneira desvairada, ao ponto de comer boa parte do território marítimo de outros países. 

A OTAN pretende garantir presença militar nessa região, e junto com a Austrália já deixam bem claro que Pequim poderá arcar com as consequências de seus avanços. O Mar do Sul da China, a OTAN aumentando a presença nos países do Báltico e o Irã, como a mais nova potência nuclear mundial.




ExpressUK, 01 de abril de 2016.




A China revelou planos para o seu novo míssil intercontinental, a arma de mais longo alcance do mundo, que é capaz de atingir Londres em 16 minutos e Nova York, em 21 minutos. 

Professor He Qisong, um especialista em política de defesa da Universidade de Xangai, de Ciência Política e Direito, disse ao South China Morning Post: “Ninguém questiona o alcance do DF-41, que chega perto de 15.000 km.”.
Acredita-se que o míssil tenha uma velocidade operacional impressionante de mais de 30 mil quilômetros por hora, o que significa que poderia atingir qualquer ponto do planeta em questão de minutos.

Polícia denuncia: há apoiantes do ISIS a trabalhar no aeroporto belga

Prólogo. 

Não estou surpreso, aliás, isso não deveria ser surpresa, só o é para o governo incompetente belga, e para uma parte da imprensa internacional. Na França isso ocorre também: num artigo do Gastestone Institute, embora eu já tenha publicado aqui só que por outra fonte, diz que na Polícia Francesa há centenas de funcionários de polícia “radicalizados” no Islã extremista. Isso significa que é esperado que mais cedo ou mais tarde um policial mate o outro por questões religiosas, ou, ideológicas, pois para mim o Islã não passa disso – uma ideologia.

Nos Estados Unidos ocorre a mesma coisa no Estado e na cidade mais liberal de todos: Nova York e Nova York City. Essa incompetência brutal e essa complacência com o Islã é a causa do colapso institucional na Bélgica, assim como nos demais países pertencentes ao bloco. 

Navios de guerra da OTAN chegam a Riga e Latvia

Prólogo.


Isso daqui confirma a notícia anterior do portal Euronews, de que a OTAN e o Pentágono agora se articulam para aumentar a presença militar nessas regiões, e como eu disse: visando os resultados das eleições americanas, pois é em 2017 que saberemos quem é o felizardo a exercer o cargo no executivo do país. Por que visando as eleições americanas? Ouçam: o Pentágono é o pilar de sustentação da OTAN na Europa, embora os Estados Unidos e suas forças militares estejam “entretidos” com o Oriente Médio, a força motriz por trás da manutenção da paz na Europa é a OTAN, que depende e muito do Pentágono e dos Estados Unidos da América. A saída dos Estados Unidos de dentro da OTAN seria o mesmo que a Alemanha abandonando a União Europeia – para os burocratas isso seria um desastre! 

Atentado à bomba em terminal rodoviário da Turquia mata polícias



Sete polícias morreram e 27 pessoas ficaram feridas num atentado bombista na cidade de Diyarbakir, na Turquia. A violenta explosão aconteceu junto ao principal terminal rodoviário daquela que é a principal cidade do sudeste turco. O primeiro-ministro Ahmet Davutoglu tinha uma visita marcada a esta cidade para esta sexta-feira.




A explosão ocorreu numa cidade de maioria curda que deveria receber na sexta-feira a visita do primeiro-ministro turco.

A agência noticiosa turca Dogan afirma tratar-se de um atentado com recurso a um carro armadilhado, mas a informação não foi ainda confirmada oficialmente.

As autoridades turcas têm levado a cabo operações nesta cidade contra os rebeldes curdos do PKK. 

A Turquia tem estado em alerta depois de o país ter sido atingido por uma série de ataques, tanto atribuídas a grupos jihadistas como ao conflito entre Ancara e os curdos.


Fonte:http://www.rtp.pt/noticias/mundo/atentado-a-bomba-em-terminal-rodoviario-da-turquia-mata-policias_n907948

Ameaça de bomba no segundo maior aeroporto da Suécia

Deve ser a gratidão que eles têm pelo ambiente acolhedor que os políticos do país proporcionam. Como se já não bastassem os estupros e decapitações, agora eles lhes darão bombas.



O aeroporto de Landvetter, na cidade sueca de Gotemburgo, foi hoje parcialmente evacuado devido a sacos de plástico suspeitos encontrados no terminal de voos domésticos.

A polícia revelou que foram feitas ameaças ao aeroporto e que os sacos descobertos continham material desconhecido que teve de ser analisado por peritos em explosivos.

A circulação rodoviária foi desviada do terminal e os voos domésticos encaminhados para zonas do aeroporto normalmente reservadas às ligações internacionais.

O aeroporto de Landvetter é o segundo maior da Suécia e fica a cerca de 20 quilómetros de Gotemburgo.


América latina cada vez mais vulnerável devido à dependência da China

América latina cada vez mais vulnerável devido à dependência da China: As organizações internacionais preveem uma diminuição do comércio e do preço das commodities nos países exportadores da América Latina.

Enrique Peña Nieto Xi Ji Ping

EpochTimes.


As organizações internacionais e os especialistas da área preveem uma diminuição do comércio e do preço das commodities nos países exportadores da América Latina e do Caribe. Os fatores causadores são o complexo cenário externo e a dependência econômica, de vários países da região, em relação à China.

De acordo com a Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (CEPAL), os países latino-americanos sofrerão quedas nos preços das matérias-primas e no investimento. A organização projetou um baixo crescimento para a região em 2016, estimado em apenas 0,2 %.

Esse cenário lento de crescimento regional é, em grande parte, devido à incerteza sobre a economia da China, que em seu Balanço Preliminar das Economias da América Latina e do Caribe 2015, a CEPAL estima que a desaceleração irá continuar e que o crescimento deve chegar (em uma ‘visão otimista’) a apenas 6,4%  em 2016, conforme relatado pelo Secretariado Executivo desta instituição em 17 de dezembro de 2015.



México: um reflexo da dependência

Observando a previsão da CEPAL, o secretário da Fazenda e Crédito Público do México, Luis Videgaray, disse que a crise em 2016 é causada pela economia chinesa, já que a China é uma grande incerteza. Além disso, ele acrescentou ao problema a recente desvalorização do yuan, de acordo com a Forbes México, em 07 de janeiro.

O funcionário assinalou que o regime chinês pretende impulsionar sua economia em um contexto de desaceleração, o que poderia levar a uma ‘desvalorização competitiva’, provocando perturbações nos mercados e aumento da inflação no mundo.

Carlos Capistrano, economista-chefe do Bank of America Merrill Lynch no México, já tinha previsto em dezembro do ano passado que o país asteca estaria em risco em 2016 com a desvalorização da moeda chinesa, porque, além de afetar o preço das matérias-primas, os baixos salários na China seriam mais atraentes para os investidores.

O mercado mexicano sofreu uma “quinta-feira negra” no dia 7 de janeiro com a desaceleração da economia da China.  O colapso dos mercados de ações asiáticos e a desvalorização do yuan alertaram para uma possível guerra cambial, que por sua vez resultou na queda do mercado global. Prova disso é que o dólar ultrapassou a barreira de 18 pesos mexicanos, segundo o jornal  El Dinero em Imagen, em 8 de janeiro.

Donald Trump disse que nunca foi questionado sobre o aborto enquanto era apenas um homem de negócios, mas isso não é verdade.

Donald Trump



LifeNews, 30 de março de 2016.



Por Steven Ertelt.



Durante o fórum CNN Town Hall na noite passada, o candidato presidencial republicano Donald Trump disse que nunca foi questionado como um homem de negócios sobre o aborto, mas verifica-se que não é o caso. Trump foi perguntado várias vezes sobre o aborto, antes de se tornar um candidato presidencial. 

Trump: Bem, quero dizer, você poderia dizer que eu sou - como você sabe, eu sou pró-vida, e eu era originalmente pró-escolha. Eu vou dizer isto, que, como um desenvolvedor e como um empresário, não tenho certeza se isso sequer me foi perguntado: “Você é pró-vida ou pró-escolha?”. 

30 de mar de 2016

Brigada blindada dos EUA destacada em permanência na Europa de leste a partir de 2017

O Pentágono e a OTAN estão abreviando os próximos passos da política externa americana, sob a égide duma nova administração. Para mim não é surpresa, visto que a Rússia tem conseguido marcar território pelo Oriente Médio, criando assim tensão entre alguns aliados por conta de seu controle, quase que absoluto da Síria, naquilo que a OTAN já declarou ser o uso desmedido da força para forçar refugiados para a Europa. A política externa americana é algo que não está sendo muito debatido nesse período eleitoral com tanto afinco, e mesmo assim, alguns candidatos têm demonstrado certo comodismo e até mesmo controversos pareceres sobre como agir nesse âmbito. Um dos mais extravagantes e chamativos, eu diria, é Donald Trump, que diz que o país precisa cortar gastos com a OTAN, diminuindo o orçamento, ou retirando totalmente ele. 

3,4 milhões deve ser como marcar a pele do milionário com um tição. A política externa americana será o tendão de Aquiles do mundo, e dependendo de quem ganhe o cargo no executivo, uma coisa é certa: agir displicentemente com aliados e inimigos poderá por o mundo em cheque, e daí então, será contagem regressiva para conflitos maiores, mais sangrentos e duradouros. 




Os Estados Unidos vão ter uma brigada blindada destacada em permanência e sem interrupções de rotatividade na Europa de leste a partir de fevereiro de 2017, anunciou hoje o Departamento de Defesa norte-americano (Pentágono).

Esta decisão surge no âmbito dos esforços norte-americanos para dissuadir uma eventual intervenção russa naquela região.

"As rotações serão feitas sem interrupção, permitindo uma presença blindada contínua e um melhoramento da formação e dos exercícios com os aliados" da NATO, indicou uma porta-voz do Pentágono, Laura Seal.

Existirá "uma presença contínua na Europa de leste de uma brigada blindada", reforçou a representante.

"Este plano (...) continua a demonstrar a nossa abordagem forte e equilibrada para tranquilizar os nossos aliados e parceiros da NATO no contexto de uma Rússia agressiva na Europa do leste e em outros lugares", disse, por sua vez, o general Philip Breedlove, o chefe do Comando Europeu dos EUA e comandante da NATO na Europa, num comunicado.

"Os nossos aliados e parceiros vão ver mais capacidade. Vão ver uma presença mais frequente de uma brigada blindada com equipamentos mais modernizados nos seus países", acrescentou Breedlove.

O Pentágono e a NATO já tinham abordado o destacamento, por rotatividade, desta brigada blindada na Europa de leste, mas sem avançar um possível calendário para o processo.

Em fevereiro passado, o secretário da Defesa norte-americano, Ashton Carter, anunciou a intenção de quadruplicar em 2017, para 3,4 mil milhões de dólares (cerca de três mil milhões de euros), a verba destinada para as operações militares na Europa.

Com esta brigada blindada (4.200 soldados equipados, incluindo tanques e veículos blindados), o exército norte-americano terá em permanência três brigadas de combate na Europa.

Em caso de conflito, estas três brigadas, mais o equipamento armazenado no terreno, poderão constituir rapidamente uma divisão completa, segundo os planos do Pentágono.

No total, o exército norte-americano tem 62 mil soldados em permanência na Europa.

Desde a primavera de 2014, a Aliança Atlântica avançou com um conjunto de medidas para tranquilizar os países aliados na Europa do leste, como a abertura de centros logísticos, o pré-posicionamento de material, o envio de aviões de combate para os países bálticos ou o aumento da presença de navios de guerra no mar Báltico e no mar Negro.

Moscovo alerta regularmente contra o "estacionamento permanente" e substancial de forças de combate aliadas perto da fronteira russa, defendendo que a medida é contrária ao Ato Fundador sobre Relações Mútuas NATO-Rússia, assinado em maio de 1997.


800.000 pessoas estão prontas para viajar da Líbia para a Europa

Prólogo.

O Estado Islâmico na Líbia praticamente reina, e no ano passado quase receberam um reforço da Turquia em armas pesadas. Caso não haja intervenção naquele país, e as políticas suicidas de imigração continuem a Líbia poderá ser uma dor de cabeça dez vezes maior do que a Síria.






Speisa, 30 de março de 2016.


O Ministro da Defesa Francês, Jean Yves Le Drian, disse em uma entrevista à Europe1 que há agora cerca de 800.000 pessoas que estão prontas para viajar para a Europa a partir da Líbia. Existem três grandes perigos na Líbia, de acordo com Le Drian: jihadistas, traficantes de seres humanos e contrabandistas de armas. O número de jihadistas entre os imigrantes na Líbia é estimado entre 4.000 a 5.000, de acordo com Le Drian.

Enquanto isso, o Primeiro Ministro Inglês, David Cameron, quer enviar navios de guerra para as águas da Líbia para deter a imigração, e disse que as pessoas envolvidas com contrabando por meio de barcos poderiam ser forçadas a voltar à costa da Líbia para não ser destruído, caso cooperem com a guarda costeira local. 

No Partido Republicano já ninguém apoia ninguém

ALEXANDRE MARTINS

Os três candidatos recuaram na promessa de se apoiarem mutuamente nas eleições gerais contra o nome escolhido pelo Partido Democrata. Donald Trump é o que causa mais desconforto.




A escolha do nome que vai representar o Partido Republicano na corrida à Casa Branca ficou ainda mais complicada esta semana, depois de os três candidatos terem recuado nas suas promessas de apoiarem o nomeado quando chegarem as eleições gerais, em Novembro.

Numa campanha em que o único indicador que tem subido é o dos golpes baixos, Donald Trump foi o mais incisivo. Questionado na CNN pelo jornalista Anderson Cooper sobre se apoiará o senador Ted Cruz ou o governador John Kasich se qualquer um deles for nomeado na convenção do Partido Republicano, em Julho, o magnata do imobiliário e estrela da televisão dificilmente poderia ter sido mais directo: "Não."

"Tenho sido tratado muito injustamente pelo Comité Nacional Republicano, pelo establishment", disse Trump, numa referência a uma campanha que está em marcha no interior do partido para tentar impedi-lo de sair da convenção como o candidato oficial à Casa Branca.

As declarações e as propostas polémicas de Donald Trump (desde a construção de um muro na fronteira com o México até à suspensão temporária da entrada de qualquer muçulmano nos EUA), e a sua fragilidade nas sondagens sobre uma possível corrida contra os candidatos do Partido Democrata, Hillary Clinton ou Bernie Sanders, deram origem a um movimento no Partido Republicano para lhe fechar as portas da nomeação.

Quem tem medo de Donald Trump, Donald Trump, Donald Trump?

Segundo os ideólogos e os financiadores deste movimento, encabeçado por nomes como Mitt Romney (que perdeu as eleições em 2012 contra Barack Obama), o partido está hoje dividido entre o republicanismo e aquilo a que chamam o "trumpismo" – uma linha "que tem sido associada ao racismo, à misoginia, à intolerância, à xenofobia, à vulgaridade e, mais recentemente, a ameaças e violência", escreveu o próprio Mitt Romney na sua página no Facebook.

A tensão no Partido Republicano aumentou na última semana, depois de um dos grupos anti-Trump ter publicado um anúncio de campanha no estado do Utah, profundamente conservador, onde se vê a mulher do magnata, Melania Trump, sem roupa num ensaio fotográfico. Em resposta, Donald Trump ameaçou fazer revelações sobre Heidi Cruz, mulher do seu adversário Ted Cruz, que o magnata acusa de ser o responsável pelo anúncio – poucos dias depois, a revista National Review publicou um artigo sobre a vida amorosa de Cruz, acusando-o de ter mantido relacionamentos extraconjugais com pelo menos cinco mulheres.

Foi neste ambiente que os três candidatos chegaram na terça-feira a um encontro com os eleitores do Milwaukee, no estado do Wisconsin, para uma série de perguntas e respostas moderada e transmitida pelo canal CNN. Um mês depois de todos terem prometido apoiar quem quer que seja nomeado na convenção, a pergunta impunha-se: "Ainda mantém essa promessa?"

Se Trump foi rápido e directo, Cruz e Kasich foram mais vagos, mas deixaram pouco espaço para que se chegue a uma conclusão diferente do rotundo "não" atirado pelo magnata.

"Não costumo apoiar alguém que ataca a minha mulher, a minha família. Isso ultrapassa todos os limites. Acho que as nossas mulheres e os nossos filhos devem ficar fora disto", disse Ted Cruz, voltando a insinuar que foi Donald Trump quem fez chegar os rumores sobre a sua vida pessoal aos principais jornais norte-americanos.




"Tenho ficado perturbado com algumas coisas que vejo. Tenho de reflectir sobre o que significaria a minha palavra de apoio numa campanha presidencial. Se o nomeado for alguém que eu acho que está a prejudicar e a dividir país, não posso apoiá-lo", respondeu John Kasich – em meados de Março, quando houve confrontos físicos num comício de Donald Trump em Chicago, o governador do Ohio disse que o magnata criou "um ambiente tóxico" e que se "aproveita dos medos das pessoas".




Donald Trump lidera a corrida no Partido Republicano com 736 delegados, contra os 463 de Ted Cruz e os 143 de John Kasich. Para que um dos candidatos chegue à convenção com a nomeação garantida, precisa de conquistar pelo menos 1237 delegados – uma maioria, e não apenas a pluralidade.

Se esse cenário não se concretizar, Donald Trump diz que o partido tem, ainda assim, a obrigação de apoiá-lo se ele tiver mais delegados do que qualquer um dos seus adversários. Mas o mais provável é que durante a convenção haja mais do que uma votação, até que um dos candidatos atinja os 1237 delegados necessários.

Ted Cruz é o sapo que o Partido Republicano pode ter de engolir

Depois da primeira votação, em que os delegados têm de se manter fiéis à orientação que receberam dos eleitores nos seus estados, haverá uma guerra aberta para tentar convencer muitos deles a mudarem de campo, o que poderá até culminar com a nomeação de Ted Cruz, John Kasich ou um outro nome proposto durante a convenção, se na altura o partido sentir que precisa de outra pessoa para unir os seus apoiantes – os mais falados são Mitt Romney e o actual presidente da Câmara dos Representantes, Paul Ryan. 


EUA excluem participação de Assad em Governo de unidade na Síria

Bashar Al-Assad


Presidente sírio apelou para a formação de um "governo de unidade nacional" com a participação de membros fiéis ao regime de Damasco e também da oposição. EUA recusam a ideia

Os Estados Unidos excluíram hoje qualquer possibilidade de um Governo de unidade na Síria que inclua o Presidente Bashar al-Assad.

Na sequência da entrevista de Bashar al-Assad à agência noticiosa russa Ria Novosti, o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, afirmou, em conferência de imprensa, que está "fora de questão" que o chefe de Estado sírio faça parte de um Governo de unidade no país.

Na entrevista, o Presidente sírio apelou para a formação de um "governo de unidade nacional" com a participação de membros fiéis ao regime de Damasco e também da oposição, que deverá redigir uma nova Constituição, opondo-se a um executivo de transição.

"É lógico que forças independentes e da oposição" participem nesse governo, e as negociações de Genebra podem "resolver" a questão da distribuição das pastas ministeriais, considerou Assad.

Na entrevista, o Presidente sírio afirmou também que os cinco anos de conflito no país já custaram mais de 176 mil milhões de euros.

"Os danos económicos e nas infraestruturas ultrapassam os 176 mil milhões de euros", afirmou Bashar al-Assad.

"As questões económicas podem ser resolvidas imediatamente, quando a situação estabilizar na Síria, mas reabilitar as infraestruturas vai levar algum tempo", salientou.



Hollande desiste de rever Constituição para tirar nacionalidade a terroristas

François Hollande


Presidente francês tinha anunciado a medida polémica logo após os atentados de 13 de novembro

O presidente francês François Hollande anunciou esta quarta-feira que desistiu dos planos para alterar a Constituição francesa, nomeadamente da cláusula que permite retirar a nacionalidade francesa aos condenados por terrorismo, depois de o parlamento francês não ter conseguido chegar a um consenso a propósito desta medida.

"Partes da oposição têm sido hostis a uma revisão da Constituição. Uma atitude deplorável", disse Hollande, à saída de um conselho de ministros. "Decidi terminar este debate", concluiu.

A retirada deste plano representa um enorme embaraço para o presidente socialista, que o tinha apresentado numa comunicação ao parlamento, no palácio de Versalhes, três dias depois dos atentados de 13 de novembro de 2015, que mataram 130 pessoas em Paris.


A iniciativa dividiu os deputados e levou a meses de discussões intensas sobre a medida, que os críticos consideraram ineficaz e puramente simbólica.

O plano de Hollande para integrar as regras do estado de emergência na Constituição foi igualmente abandonado.

Recorde-se que a antiga ministra da Justiça francesa, Christiane Taubira, se demitiu no passado mês de janeiro, em desacordo com a intenção do Governo de avançar com a medida de retirada de cidadania aos condenados por terrorismo com dupla nacionalidade, nascidos franceses.

Em França, uma alteração constitucional tem de ser aprovada por pelo menos três quintos dos membros das duas câmaras do Parlamento, a Assembleia Nacional (câmara baixa) e o Senado (câmara alta).



29 de mar de 2016

Assassinam na Escócia um muçulmano que parabenizou os cristãos pela Páscoa

Asad Shah





ACI 30 de março de 2016.




30 Mar. 16 / 09:54 pm (ACI).- Um lojista de 40 anos, muçulmano e de origem paquistanesa, foi assassinado esfaqueado por dois desconhecidos em Glasgow (Escócia). Isto aconteceu horas depois de ter colocado em sua conta pessoal de Facebook uma mensagem que dizia: “Desejo uma feliz Páscoa a minha amada nação cristã”.

A polícia local prendeu um homem de 32 anos e também de origem muçulmana. As investigações policiais cogitam a hipótese de que o assassinato de Asad Shah foi um “crime por preconceitos religiosos”.  O lojista morava há muitos anos na cidade escocesa, embora fosse nativo da cidade paquistanesa de Rabwah.

Segundo informações do jornal ‘El Mundo’, seus vizinhos estão comovidos pela morte deste muçulmano. Por isso, na sexta-feira realizaram uma vigília em sua mercearia localizada no bairro de Shawlands, onde os cidadãos doaram mais de 7.000 euros para a família de Asad.

O jovem lojista se considerava um “muçulmano devoto” e em seu Facebook publicava imagens dele mesmo rezando, com mensagens de liberdade religiosa. Um exemplo desta tolerância foi a mensagem que emitiu na Sexta-feira Santa: “Sigamos os passos do amado Jesus Cristo e tenhamos um êxito real nos dois mundos".

Publicado originalmente por Actuall.




Em Molenbeek recrutadores actuam como "traficantes à porta da escola"

Ensinando as crianças belgas o futuro multicultural que Bruxelas está-lhes impondo. 




SMS foram enviados a jovens da comuna de Bruxelas incitando-os a juntarem-se ao "combate aos ocidentais". Habitantes e responsáveis locais dizem que pouco está a ser feito para travar recrutamento

As mensagens chegaram domingo à noite, horas depois de hooligans ligados à extrema-direita terem irrompido numa manifestação espontânea de homenagem às vítimas dos atentados na capital belga. “Meu irmão, porque não te juntas a nós no combate aos ocidentais? Faz a escolha certa na tua vida”, lia-se no SMS enviado a jovens de Molenbeek, a comuna de Bruxelas de onde saiu um terço dos belgas que foram combater na Síria e que, desde os atentados de Novembro em Paris, se tornou símbolo do fracasso para prevenir e combater o alastramento do radicalismo na Europa.

“Esta gente está a tentar apoderar-se dos nossos jovens de um fôlego”, acusa Jamal Ikazban, deputado socialista no parlamento regional e conselheiro municipal em Molebeek, que denunciou o caso às autoridades federais, numa entrevista ao Guardian. O jornal britânico adianta que a mensagem foi enviada de um número pré-pago, que não se encontrará já activo, e é parte de um conjunto de mensagens no Facebook ou de emails enviados nos últimos dias a um número indeterminado de jovens – supostamente escolhidos entre as listas de contactos de novos recrutas do Estado Islâmico.

“Isto é como ter um grande traficante de droga à porta de uma escola. O sentimento é o mesmo”, denuncia Ikazban, dizendo que é urgente “tirar esta gente das ruas”. “Eles são predadores e os nossos jovens são as suas vítimas.”

Desradicalização: "Para cada pessoa há uma janela de oportunidade”

Uma semana depois dos atentados que mataram 35 pessoas e deixaram mais de 340 feridas na capital política da União Europeia, o grito de alerta pode encontrar pouco eco junto das autoridades (mais preocupadas em desmantelar o essencial da célula terrorista) ou da população belga, indignada ainda com a carnificina provocada por homens nascidos e criados no país. Mas quem conhece Molenbeek ou viu um jovem familiar ignorar todos os apelos à razão e partir para a Síria diz que, apesar das operações policiais anunciadas contra as redes de recrutamento, pouco tem sido feito para travar o assédio.

A mãe de dois rapazes que se juntaram às fileiras do Estado Islâmico contou Guardian que um deles recebeu 140 telefonemas do recrutador nos dez dias que antecederam a sua partida. Quando avisou a polícia de que o filho estava prestes a embarcar para a Turquia, os agentes nada fizeram. O mesmo diz Geraldine, mãe de um combatente que foi morto na Síria, que alarmada com as intenções do filho avisou a “célula de anti-radicalização” da polícia em Molenbeek, mas acabou por descobrir que a magistrada que lhe poderia ter retirado o passaporte recusou intervir alegando que ele era maior de idade.

Os nossos jovens “estão a ser expostos a algo parecido com um cancro metastizado”, alerta Jamal Zaria, imã de uma das mesquitas desta comuna, onde mais de metade da população tem origem marroquina, o desemprego entre os mais novos abeira-se dos 60% e o nível de criminalidade supera em muito a média nacional. Os recrutadores “percebem que há aqui um desespero que pode ser usado para doutrinar e recrutar estas pessoas”, lamenta Ikazban, confessando-se “muito zangado” com a incapacidade belga para estancar esta sangria.

A Bélgica é um país dividido que não sabe combater o terror no seu interior

Mas há dedos apontados também aos líderes da comunidade, a começar pelas mesquitas. Em Novembro, a emissora alemã Deutsche Welle escrevia que, em 1967, ao abrigo de um acordo que lhe garantiu petróleo a preços mais baixos, a Bélgica autorizou a Arábia Saudita a formar boa parte dos imãs que desde então pregam para as comunidades magrebinas.

“Os imãs aqui [na Europa] imitam os sauditas, estão empenhados em isolar os muçulmanos do resto da sociedade. Foram emitindo fatwas como as que dizem que dar a mão a uma mulher ou desejar Feliz Natal a um vizinho é haram [pecado]”, disse ao jornal El País Hocine Benabderrahmane, historiador e imã reformista de Bruxelas, lamentando que seja este o discurso “que a juventude muçulmana europeia tenha escutado” desde a infância. Responsável de um centro de reflexão islâmica, Benabderrahmane, de origem argelina, diz não ter dúvidas de que o salafismo, corrente que defende uma interpretação literal do Corão, se tornou dominante no país: “Todos os dias vejo jovens radicalizados que acreditam que só há uma versão do islão.”


Estudo revela genocídio de crianças com Síndrome de Down devido ao aborto na Espanha

Prólogo.

Quando se faz necessário criar campanhas para sensibilizar as pessoas das condições de seu próximo, então meus amigos, isso significa que é o fim da civilização como nós conhecemos. Eu me recordo de certa feita de ter dito que, nas Nações Unidas (ONU como vulgarmente é conhecida) faziam um dia para comemorar ou prestigiar pessoas com Down. O mais macabro na organização – pois se você não sabe é uma organização que foi fundada também por antigos membros soviéticos ainda em função – é que essa organização promove o aborto de modo desvairado, incluindo, é claro, crianças com Síndrome de Down.

Na França também há um número desproporcional de abortos de crianças com Síndrome de Down – a ironia nesse fato também, é que, a França é tida como sendo a percussora dos direitos humanos. Então estamos assim: temos duas organizações – uma que diz promover os direitos humanos universais, e boa parte destes direitos baseados nas resoluções de direitos humanos universais franceses – e a outra – que promove as mesmas políticas, e é tida como o bastião dos direitos humanos, no qual a organização de nações se espelha. É ou não é um mundo de gente louca e insensível? 

Por pressão da Disney e de outras multinacionais o lobby gay ganha força na Geórgia, EUA

Prólogo. 


Uma vez Cliff Kincaid disse que o Partido Republicano estadunidense estava se tornando a mesma coisa que o Partido Conservador Britânico, ou seja, conservador só no nome, pois no seu núcleo ideias controversas de esquerda estariam aflorando na forma de políticas. Não é à toa que a liberdade religiosa no Reino Unido está se deteriorando dia após dia, e é um fenômeno que não ocorreu tão intensamente nos últimos governos trabalhistas – que foram bem ruins – como de costume em um governo trabalhista ou progressista, porém, não da forma como tem sido na gestão dos “conservadores” britânicos. 

Nathan Deal acha que é licito obrigar empreendedores a fazer lobby gay contra suas convicções pessoas. Notem que a lei não foi feita para que os grupos cristãos não ofereçam serviços, mas para que não sejam obrigados a oferecer serviço com algum tipo de lobby, que vá contra suas convicções éticas e filosóficas, e pelo direito de demitir um funcionário que seja homossexual; por que não? Por uma caso é confiável para um pai contratar para tomar conta duma instituição infantil, uma escolinha uma pessoa que tem transtornos de gênero? A mídia, como sempre, fez um estardalhaço que era uma lei para discriminar homossexuais. Fazer uma alegação dessas é como imaginar que há uma legislação para criar leis que escravize novamente os negros; é um absurdo de se imaginar até para as mentes mais debilitadas. 

Mais de 5000 identificados e 229 detidos na investigação aos atentados de Lahore

Depois que eles surgiram em Islamabad fazendo manifestações pelo fim do veto a lei de blasfêmia, e pela morte de Asia Bibi, uma cristã paquistanesa acusada de blasfêmia por defender sua fé, eu não duvido que metade desses provincianos permaneça atrás do xilindró. 





O atentado de Lahore, junto a um parque infantil, matou mais de 70 pessoas e foi reivindicado pelos talibãs

As autoridades paquistanesas identificaram mais de 5.221 pessoas e mantêm detidas mais de 200 pessoas na sequência do atentado de domingo que causou pelo menos 72 mortos num parque de Lahore (leste), disse hoje fonte oficial.

Em conferência de imprensa, o ministro da Justiça da província do Punjab, Rana Sanaullah, afirmou que a grande maioria das pessoas identificadas foi libertada depois de ser interrogada e acrescentou que as forças de segurança lançaram uma operação antiterrorista na região.

Sanaullah frisou que dos 5.221 identificados, 5.002 foram libertados, depois de um interrogatório inicial, tendo ficado detidos 229.

A polícia, as forças especiais e o Departamento Antiterrorista participam na operação conjunta, disse. Na tarde de domingo, um bombista suicida do grupo talibã Jamaat ul Ahrar (JuA) fez-se explodir num parque de Lahore, quando um grande número de famílias se encontrava no local.

Pelo menos 72 pessoas morreram e mais de 350 ficaram feridas no pior atentado terrorista no país desde o ataque contra uma escola de Peshawar (norte), em que morreram 125 alunos, em 2014.

Na segunda-feira, num discurso transmitido pela televisão, o primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif, prometeu lutar contra o terrorismo até ser erradicado.


Fonte:http://www.dn.pt/mundo/interior/mais-de-5000-identificados-e-229-detidos-na-investigacao-aos-atentados-de-lahore-5099125.html

França: Critique o Islã e Viva sob Proteção Policial

Gatestone, 29 de março de 2016.





  • "Após alguns momentos de pânico, parei para pensar: o motivo dessas ameaças é porque minha luta gorou os planos da Irmandade Muçulmana trazendo-os à luz do dia. Eu decidi não desistir". — Laurence Marchand-Taillade, Secretária Nacional do Parti Radical de Gauche (Partido Radical da Esquerda).
  • O escritor francês Éric Zemmour vive sob proteção policial. Dois policiais o acompanham onde quer que ele vá, incluindo o tribunal onde organizações muçulmanas tentaram difamá-lo e ao seu trabalho, acusando-o de "islamofobia" para silenciá-lo.
  • Na França a temporada de caça aos críticos do Islã ainda está aberta.

"Você está marcada para morrer. É só uma questão de tempo". Essa mensagem, em árabe, foi enviada por islamistas a Laurence Marchand-Taillade, Secretária Nacional do Parti Radical de Gauche (Partido Radical da Esquerda). Agora ela vive sob a proteção da polícia francesa.

Washington Post: “A luta contra o terrorismo pode aumentar o risco de ataques terroristas”

Prólogo.

O mais irônico nisso tudo, é que os próprios moradores muçulmanos do bairro onde os terroristas estavam alojados ajudaram a escondê-los, ao mesmo tempo em que reclamavam de que estavam sendo tratados como terroristas. Enquanto o governo belga tenta não “mesclar” os “cidadãos comuns” com os terroristas, estes por sua vez dão todo o apoio e conforto aos foragidos, como se isso não fosse nada demais. Daí depois que as autoridades são questionadas surgem iluminados dizendo que tentar mexer no Islã é uma prática fascista e racista. 



Washington Post para o Ocidente: caia morto. Deite-se para morrer. Não se atreva a lutar contra o terrorismo Jihad – o que você vai acabar fazendo é aumentar o terrorismo Jihad. 













A luta contra o terrorismo pode realmente aumentar o risco de ataques terroristas





Washington Post, 29 de março de 2016.





Por Thomas Jesen




Dias antes dos ataques em Bruxelas em 22 de março, as autoridades belgas invadiram casas seguras dos agressores e prenderam Salah Abdeslam, que tinha ajudado a organizar os ataques de Paris, em novembro. Por causa dos ataques, de acordo com relatos da mídia, os terroristas foram pegos mais cedo do que tinham pensado.

Aqui está a amostra: os terroristas são atores racionais de muitas formas. Eles reagem de maneira previsível quando as circunstâncias mudam. Para serem eficazes, as autoridades antiterrorismo precisam entender melhor como os terroristas respondem quando o governo age. 

Em um artigo de investigação publicado recentemente, “O momento dos ataques terroristas: uma abordagem apropriada”, eu faço o uso dum modelo matemático simples para estudar a tomada de decisões de unidades terroristas autônomas. E o que acabamos de ver em Bruxelas ilustra bem isso. As autoridades fecharam o cerco sob os terroristas, descobrindo a conspiração prendendo suspeitos, e desse modo eles tiveram que adiantar os atentados com aqueles que não haviam sido presos no primeiro cerco. 

Infelizmente, ao aumentar os esforços contra o terrorismo, poderá em curto prazo, aumentar o risco de ataques. 

Isso não significa que os esforços antiterroristas são inúteis ou, pior, perigosos. Autoridades belgas descobriram grandes quantidades de explosivos e outros materiais para fazer bombas – tais grandes quantidades, de fato, que, aparentemente, os terroristas de Bruxelas tinham como objetivo usar originalmente num ato ainda mais espetacular, talvez até mesmo um ataque às instalações nucleares, apesar de que é atualmente apenas uma especulação.

 Mas o ataque de Bruxelas não é o primeiro e único, tal foi à resposta das autoridades mais próximas. Apenas duas semanas após 07 de julho de 2005, com explosões no Metrô e ônibus de Londres, outra célula terrorista tentou realizar uma trama similar. As bombas não detonaram, no entanto, parece que ninguém foi morto ou ferido. Isso fez com que a célula se apressasse para realizar os ataques antes do combinado; por quê? Será que foi porque Londres tinha impulsionado os seus esforços antiterrorismo após os atentados em 7/7? Se for assim, a investigação britânica - e a pressa dos terroristas para passar à frente das autoridades – poderia ter salvado vidas. 




Fonte:http://www.jihadwatch.org/2016/03/washington-post-fighting-terrorism-may-actually-increase-the-risk-of-terrorist-attacks

Sequestro do EgyptAir chegou ao fim. Suspeito detido



Avião foi sequestrado esta manhã.

Fonte oficial do Governo do Chipre avança que chegou ao fim o sequestro do avião da EgyptAir.

O homem ter-se-á entregado às autoridades cipitriotas

Recorde-se que tinha sido inicialmente avançado que o homem tinha agido por motivos passionais. Entretanto, novas informações davam conta que este tinha motivos políticos para fazer o que fez e que teria pedido para que o governo egípcio libertasse vários mulheres prisioneiras no país. As autoridades vão agora confirmar os verdadeiros motivos que influenciaram o homem.

A companhia aérea EgyptAir já vio confirmar a detenção do homem que se acredita tratar de Seif Eldin Mustafa. 


Sequestrador de avião egípcio mantém sete reféns a bordo



Correio da Manhã, 29 de março de 2016




O sequestrador que desviou esta terça-feira um avião do Egito para o Chipre mantinha reféns às 12h00 sete pessoas, três tripulantes, um segurança e três passageiros estrangeiros, anunciou o ministro da Aviação Civil egípcio, Sharif Fathy.

Os reféns são o comandante, o copiloto, uma hospedeira, um segurança da companhia aérea, a EgyptAir, e três passageiros, disse o ministro em conferência de imprensa, sem precisar as nacionalidades dos passageiros.

Sequestro de avião egípcio sem relação com terrorismo O sequestro de um avião egípcio, desviado para o aeroporto cipriota de Larnaca (sul), não está relacionado com terrorismo, afirmou esta terça-feira o Presidente de Chipre, Nicos Anastasiades.


28 de mar de 2016

Manifestantes islamitas furiosos pedem pela implementação da Lei Xaria no Paquistão

Prólogo.

Somente no mundo islâmico leis que protegem às mulheres de agressões sexuais e físicas são tidas como ultrajantes, e que merecem ser abolidas. Na ONU a Arábia Saudita preside a Comissão de Direitos Humanos, ao mesmo tempo em que pune dezenas de cristãos com chibatadas, e açoitam mulheres em praça pública. É bem típico duma organização fundada também por oficiais soviéticos EM OFICIO na época. 

Uma organização que briga com o Peru, nosso vizinho, porque não quer liberar o aborto a qual a organização considera um “direito humano”. O mais notório, é que a mesma organização que chama assassinato de direito humano, faz também o dia do Holocausto, e das vítimas da barbárie da guerra, e também, o dia da pessoa com deficiência – ao mesmo tempo em que promove aborto até para pessoas com deficiência. Chega a ser surreal! O Islã é um câncer, e assim como a ONU, precisa ser extirpado da face da Terra, os registros de sua passagem pela história deveriam ser apagados, e uma pena severa para quem relembrar de tamanha desgraça. 

Pobres mulheres de Punjab. Lutam pelos seus direitos num país cujas pessoas aderentes da fé Islâmica, choramingam nos países ocidentais, porque lhes proíbem usar um lenço, e de espancar suas mulheres. Inacreditável.

Cristãos: na mira dos talibãs e à espera da visita do Papa




DN, 28 de março de 2016.



Francisco condenou ataque "odioso" que fez pelo menos 72 mortos e 300 feridos em Lahore no Domingo de Páscoa.

"As minhas filhas estavam no parque. Morreram as duas. Encontrámos um corpo, o outro está desaparecido", conta uma mãe à BBC, enquanto chora no ombro de outra. As filhas eram duas das 29 crianças que morreram no domingo num ataque suicida contra um parque infantil que fez pelo menos 72 vítimas mortais em Lahore, na zona oriental do Paquistão. Reivindicado pelo Jamaat-ur-Ahrar, um grupo dissidente dos talibãs, o atentado tinha como alvo a minoria cristã que no domingo celebrava a Páscoa. Ontem, o papa Francisco, que já este mês aceitou um convite para visitar o Paquistão, condenou um ataque "odioso", exigindo que o governo de Islamabad proteja as suas minorias.

Daesh poderá estar a preparar ataque a escolas e creches judaicas na Turquia



A Sky News avança que o Daesh terá um plano terrorista, já em fase avançada, que visa alunos de escolas e creches judaicas na Turquia. A estação de televisão tem como base o alerta dos serviços secretos de que estará "iminente" este ataque. Este aviso surge na sequência da detenção de seis militantes, no sul da Turquia na semana passada e que levanta em particular uma suspeita de que pode ser a Sinagoga de Byoglo, em Istambul o alvo dos jihadistas. Segundo a Sky News é mais do que uma ameaça credível é um plano que estará já em marcha.


Hackers muçulmanos se infiltraram dentro do sistema de controle duma companhia de água, alterando os níveis de produtos químicos utilizados para tratar a água da torneira

A localização do utilitário não foi revelada, e seu nome foi alterado no relatório da Verzion, mas, dada as circunstâncias do envolvimento da Verizon, isso provavelmente aconteceu nos Estados Unidos – todos os outros incidentes discutidos no relatório vinculado no artigo do The Register tiveram lugar na América. E nós sabemos que os jihadistas têm muita vontade de envenenar o abastecimento de água. Já em 2002, os federais prenderam dois jihadistas que tinham planos sobre como envenenar o abastecimento de água. Em 2003, a Al-Qaeda ameaçou envenenar o abastecimento de água nos países ocidentais. Em 2011, um jihadista na Espanha tentou do mesmo modo envenenar o abastecimento de água

Em maio de 2013, sete muçulmanos “engenheiros químicos” foram apanhados invadindo o reservatório de Qabbin, uma fonte de água chave para Boston, depois da meia-noite. Apenas alguns meses mais tarde e, indiretamente, soubemos que “era um assunto criminal”. Um mês depois, fechaduras foram cortadas no aqueduto que abastece de água Grande Boston. 

Também em Maio de 2013, jihadistas foram capturados no Canadá, quando estavam tentando envenenar a água para matar até 100.000 pessoas. Em Outubro de 2013, o FBI estava investigando um apossível ameaça ao abastecimento de água em Wichita. Em Janeiro de 2014, um muçulmano invadiu uma estação de tratamento de água em Nova Jersey. 














Estação de tratamento de água cortado, mistura química mudou o abastecimento





The Register, 24 de Março de 2016.




 Por John Leyden





Hackers se infiltraram no sistema de controle duma abastecedora de água e mudaram os níveis de produtos químicos utilizados para tratar a água de torneira.

O Ciberataque foi documentado no relatório de violação de segurança TI deste mês, de soluções de segurança da Verizon. O utilitário em questão referido está usando um pseudônimo, Kemuri Water Company, e sua localização não foi revelada. 

Um grupo “hacktivist” com laços com a Síria comprometeram computadores da companhia Kemuri Water após explorar suas vulnerabilidades não corrigidas no seu webiste voltado ao pagamento dos clientes via internet. 

O hack – que envolveu a injeção de SQL e pishing (denominação para um tipo de atividade de fraude) – exposto no sistema operacional envelhecido que utiliza um 400 AS/da KWC porque as credenciais de login para o AS/400 foram armazenados no servidor de web. Este sistema, que foi conectado à internet, consegue controladores lógicos programáveis (PLCs) que controlam as válvulas reguladoras dos dutos de fluxo de água e de produtos químicos utilizados para tratá-la através do sistema. 

Muitas funções críticas de TI e sistemas operacionais de tecnologia acontecem em um único sistema AS400, concluiu posteriormente uma equipe de peritidos forenses de computador da Verizon. 

Nossa análise forense revelou uma ligação com o padrão recente de entrada não autorizada. Usamos as mesmas credenciais encontradas no servidor de web de pagamento, os autores das ameaças foram capazes de interagir com a aplicação do controle de válvula e o fluxo dos distritos de água, também em execução no sistema AS400. Nós também descobrimos quatro conexões separadas durante um período de 60 dias, levados até o nosso assement.During,  nessas conexões, os autores das ameaças modificaram configurações do aplicativo com pouco conhecimento aparente de como o sistema de controle de fluo funciona. Em pelo menos dois casos, eles conseguiram manipular o sistema para alterar a quantidade de produtos químicos que entram no abastecimento de água, e assim, o tempo da recuperação para repor o abastecimento de água aumentou. Felizmente, com base na funcionalidade de alerta, o KWC foi capaz de identificar rapidamente e reverter às mudanças químicas e de fluxo, em grande parte, minimizando o impacto sobre os nossos clientes. 

Nenhum motivo claro para os ataque foi encontrado. 

A equipe RISK da Verizon descobriu evidências de que os hacktivistas tinham manipulado válvulas que controlam o fluxo de produtos químicos duas vezes – embora, felizmente não tenha ocorrido nenhum efeito grave [ênfase adicionada]. Parece que os ativistas não tinham tanto conhecimento dos sistemas SCADA ou a intenção de fazer mal algum.

O mesmo truque também resultou na exposição de informações pessoas de 2,5 milhões de clientes do serviço público. Não há nenhuma evidência de que isso foi monetizado ou utilizado para cometer fraudes. 

No entanto, todo o incidente destaca os pontos fracos na segurança dos sistemas de infraestruturas críticas, que muitas vezes dependem irremediavelmente de sistemas de configurações envelhecidos e inseguros.  



Austrália: clérigo muçulmano ameaça com violência caso as leis sobre o véu não mudem

“Se as leis do governo não impedem os ataques, então eu temo que, chegara um dia em que a comunidade muçulmana terá que cuidar do problema com as suas próprias mãos para proteger as suas mulheres e mães. São ações como essas, e decisões estratégicas que poderão provocar uma reação das famílias afetadas que irão resultar em violências desnecessárias.” [Ênfase acrescentada]. Ele está dizendo que os muçulmanos devem ter leis a seu gosto, senão, eles vão fazer justiça com as próprias mãos. Haverá muito, mais muito mais disto na Austrália e em outros lugares.  


"Os muçulmanos australianos podem recorrer à violência se as leis sobre véu não mudar”, diz o imã. 


ABC. net.au, 22 de março de 2016. (Graças a Jihad Watch Por Robert Spencer)



O fundador da incipiente Associação Islâmica da Austrália do Sul (IASA) advertiu a falta de tolerância que poderia desencadear violência, depois que um homem supostamente pegou o lenço de uma mulher, e foi libertado após pagar fiança. 

O imã da IASA, que atende pelo nome de Sheik M Tawhidi, divulgou hoje um comunicado dizendo que temia que um dia “a comunidade muçulmana pode ter que resolver o problema com suas próprias mãos para proteger suas mulheres e mães.”.

Novas documentações: Governo turco permitindo que os muçulmanos passem livremente através da Turquia para se juntar ao Estado Islâmico.

Prólogo. 

Erdogan está negociando com a União Europeia, para colocar o seu país dentro do bloco e assim, conseguir tirar proveito do sistema financeiro dos países membros, e também do tratado de Schengen. A Turquia também espera ter isenção de visto para os seus cidadãos. Agora pense só nisso: durante os próximos anos os europeus vão desembolsar 4,6 bilhões para os turcos, e eles ainda terão isenção de visto. O que poderia dar errado?



Desmentindo as negações de Erdogan. "A guerra é o engano," como disse Maomé. 

AFN News, 27 de março de 2016. (Graças a Jihad Watch, Por Robert Spencer).

As relações entre a Turquia e o Estado Islâmico documentado, mais uma vez.

Tiroteio junto ao Capitólio em Washington



A polícia responsável pelo Capitólio, em Washington, já deu ordens a todos os membros do staff para se manterem dentro do edifício, após terem sido ouvidos tiros no exterior.

Segundo a Associated Press, um polícia foi atingido pelas balas mas os ferimentos aparentam ser ligeiros. Um suspeito já foi detido.

Também a Casa Branca já ‘fechou as portas’ por uma questão de segurança, tal como vários edifícios locais. As estradas das redondezas estão cortadas.

Recorde-se que o Capitólio é o centro legislativo do governo dos Estados Unidos, é ali que decorrem todas as reuniões do Congresso americano, composto pela Câmara dos Representantes e o Senado.


Kremlin acusa "serviços secretos estrangeiros" de pretenderem perturbar eleições na Rússia

Erdogan diz a mesma coisa quando é para perseguir jornalistas e dissidentes políticos. Ditadores afinal!



"Continuam ativamente a tentar influenciar o nosso país (...) e o principal objetivo consiste em desacreditar" a reputação de Vladimir Putin.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskovo, acusou hoje os serviços secretos e os media estrangeiros de procurarem desacreditar o Presidente russo, Vladimir Putin, e perturbar as eleições legislativas na Rússia previstas para setembro.

"Diversas instituições públicas, organizações não-governamentais, serviços de segurança de países estrangeiros e certos media (...) juntaram-se para uma campanha eleitoral no nosso país antes do início efetivo da campanha", disse. "Continuam ativamente a tentar influenciar o nosso país (...) e o principal objetivo consiste em desacreditar" a reputação de Vladimir Putin, precisou.

As eleições legislativas na Rússia estão previstas para 18 de setembro, quando o país está confrontado com uma grave crise económica motivada pela queda dos preços do petróleo e as sanções ocidentais relacionadas com o conflito ucraniano.

No final de fevereiro Vladimir Putin já tinha afirmado que "inimigos estrangeiros" pretendiam perturbar estas eleições, e ordenou ao Serviço federal de segurança (FSB) um reforço da vigilância.

Segundo Dmitri Peskov, o "Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação" [ICIJ], um coletivo que tem revelado numerosos escândalos, designadamente financeiros, está a investigar a vida privada de Putin, da sua família e dos seus amigos.

O coletivo, que segundo o porta-voz inclui membros de serviços de informações estrangeiros, prepara "um ataque mediático" destinado a denegrir a reputação do Presidente da Rússia.

Peskov advertiu que o Kremlin está preparado para contra-atacar e poderá perseguir os jornalistas por difamação, caso publiquem "mentiras" sobre o líder russo.


Jihad em Bruxelas

Gatestone, 28 de março de 2016. 








  • "O Islã faz parte da Europa... Eu não tenho medo de dizer que o Islã político deveria fazer parte da cena européia". — Federica Mogherini, Alta Representante da UE para Política Externa e Segurança.
  • A narrativa Ocidental representa uma recusa total em examinar as doutrinas do Islã, devido ao receio de ofender os muçulmanos. Essa recusa não é um fenômeno puramente europeu. A Administração Obama ordenou a remoção de material didático que grupos islâmicos consideravam ofensivos.
  • Um aspecto crucial da sharia que o Ocidente se recusa a interiorizar é a obrigatoriedade de respeitar e por em ação a jihad, tanto violenta quanto não violenta.
  • "O fator mais importante é a cultura de negação da Bélgica... Observadores que apontam para as verdades desagradáveis como a alta incidência de criminalidade entre os jovens marroquinos e a propensão à violência no Islã radical, são acusados de propagandistas da extrema-direita, sendo subsequentemente ignorados e mal vistos". — Teun Voten, antropólogo cultural holandês que residia na região muçulmana de Bruxelas entre 2005 e 2014.

Autoridades libertam Fayçal Cheffou






Notícias ao Minuto, 28 de março de 2016.





Fayçal Cheffou foi libertado hoje depois de detido na sequência dos atentados de terça-feira em Bruxelas, por as pistas iniciais não terem sido sustentadas por investigações posteriores, segundo a procuradoria federal belga.

"As pistas que levaram à detenção de Fayçal Cheffou não foram sustentadas pela evolução do atual inquérito. Em consequência, o individuo foi libertado pelo juiz de instrução", informou a procuradoria, sem acrescentar mais pormenores.

Fayçal Cheffou chegou a ser apontado como o terceiro homem que estaria no aeroporto de Bruxelas para perpetrar os atentados.

Mas a divulgação hoje de um vídeo do denominado suspeito do chapéu levantou dúvidas, na imprensa local, sobre se a polícia não estaria a procurar um outro homem que não Fayçal Cheffou.

Duas explosões no aeroporto de Bruxelas e uma na estação de metro de Maelbeek mataram pelo menos 35 pessoas. Três terroristas também morreram.

O Ministério da Saúde belga fez, entretanto, saber que 96 feridos ainda se encontram hospitalizados, dos quais 93 na Bélgica, dois em França e um está a caminho dos Estados Unidos.