13 de nov de 2018

Merkel defende que União Europeia deve trabalhar para “criar um verdadeiro exército europeu”




Expresso, 13 de novembro de 2018 




“Só podemos defender os nossos interesses quando agimos juntos. O tempo em que podíamos contar com outros ficou para trás”, afirmou a chanceler alemã no Parlamento Europeu

A chanceler alemã, Angela Merkel, defendeu esta terça-feira no Parlamento Europeu que a Europa precisa de se defender e deve trabalhar para vir a criar "um verdadeiro exército europeu".

"Temos cooperação ao nível ao militar, e isso é muito bom, mas o que devemos fazer, e isto é muito importante, é trabalhar na visão de um dia criarmos um verdadeiro exército europeu", disse a chanceler alemã no seu discurso sobre o Futuro da Europa.

Aumenta a pressão sobre o Brexit




Euronews, 13 de novembro de 2018 






Theresa May continua decidida em concluir o processo de negociação do Brexit e garante que não vai recuar. Os líderes da UE concordaram que não se registaram progressos suficientes nas negociações para agendar uma nova cimeira para este mês de novembro. Ainda assim, no jantar anual do Lord Mayor na Guild Hall, o centro administrativo da City de Londres, a primeira-ministra britânica disse que as negociações estão na "fase final": "ambos os lados querem chegar a um acordo, mas estamos a negociar algo muito difícil, devo admitir .

As negociações do Brexit não têm a ver comigo nem com as minhas conquistas pessoais. Estão relacionadas com interesses nacionais e isso significa fazer as escolhas corretas e não as mais fáceis. Não vou comprometer o voto das pessoas no referendo. Está fora de questão".

OTAN apela à China para aderir a tratado de controlo de armas nucleares




Observador, 13 de novembro de 2018 



Secretário-geral da NATO alertou China para tratado sobre as armas nucleares, dado o investimento recente do país em "armas novas, incluindo mísseis" que violam o acordo assinado em 1987.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, criticou esta terça-feira o programa de desenvolvimento de mísseis de médio alcance da China, apelando ao país para aderir ao tratado internacional de controlo deste armamento.

Vimos que a China investiu fortemente em armas novas e modernas, incluindo mísseis, e a metade dos seus mísseis violaria o tratado INF (Intermediate Nuclear Forces) se a China fosse signatária”, disse Jens Stoltenberg numa entrevista à cadeia de televisão pública alemã ZDF.

12 de nov de 2018

França relança negociações internacionais para [censura] regulação da Internet




Observador, 12 de novembro de 2018 



Macron apresentou o manifesto "Apelo de Paris" para responder a apelos para uma melhor regulação do ciberespaço, considerando-o um ponto de viragem para lidar com problemas de segurança na internet.

O governo francês tentou esta segunda-feira relançar as negociações globais para um código internacional de conduta na Internet, com um manifesto intitulado Apelo de Paris, respondendo a apelos para uma melhor regulação do ciberespaço.

O Apelo de Paris, esta segunda-feira apresentado pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, numa sede da Unesco e perante o secretário-geral da ONU, António Guterres, surge na senda de uma série de pedidos internacionais para um mais eficaz controlo das plataformas digitais de comunicação.

Conferência sobre a Líbia em Palermo




Euronews, 12 de novembro de 2018 



É uma nova tentativa de acabar com o conflito na Líbia, entre o Governo apoiado pelas Nações Unidas e a administração rival no leste do país. Líderes das fações líbias e delegações internacionais estão a chegar para a conferência de Palermo, em Itália, onde se encontra a nossa correspondente Giorgia Orlandi.

"As hipóteses de sucesso da conferência são escassas, depois de muitos atores-chave internacionais terem dito que não participariam na cimeira. Nem o presidente dos Estados Unidos, nem o presidente russo vão estar presentes. Os líderes da União Europeia também não vão participar. O nível de representação dos líderes da Líbia também é fraco. A participação do comandante Haftar - o homem que controla a parte leste do país - também é incerta", refere a correspondente da Euronews em Itália.

122 foguetes são disparados contra Israel em menos de uma hora




Gospel Notícias, 12 de novembro de 2018 



Por Jarbas Aragão 



"As Forças de Defesa de Israel estão preparadas para usar grande quantidade de força se necessário", disse o porta-voz.

O Exército israelense enviou baterias de defesa aérea do sistema Domo de Ferro, além de reforços de infantaria, para a fronteira com a Faixa de Gaza nesta segunda-feira (12). Os confrontos com o grupo terrorista Hamas na noite de domingo resultaram na morte de sete militares palestinos e um de Israel.

As Forças de Defesa de Israel reforçaram suas tropas e estão preparadas para usar grande quantidade de força se necessário”, disse o porta-voz da IDF em comunicado. Batalhões de infantaria da Brigada Givati ​​foram enviados para a fronteira como reforços e teme-se que uma escalada da violência para uma nova guerra.

Ameaças Palestinas à Normalização de Relações dos Árabes com Israel

Gatestone, 11 de novembro de 2018 







  • "Não há lugar para o inimigo (israelense) no mapa." — Ismail Haniyeh, líder do Hamas, 29 de outubro de 2018.
  • Altas autoridades da Fatah, como Munir al-Jaghoob e Mohammed Shtayyeh, condenaram Omã por receber Netanyahu. Eles também condenaram os EAU por terem permitido que israelenses participassem do campeonato de judô.
  • De modo que a Fatah e o Hamas não conseguem se acertar quanto ao pagamento de seus trabalhadores, não conseguem se acertar quanto ao fornecimento de energia elétrica para a Faixa de Gaza e não conseguem se acertar quanto ao fornecimento de suprimentos médicos para os hospitais que se encontram nas regiões por eles governadas. No entanto eles concordam em infligir mais sofrimento e prejuízos aos seus próprios povos. Se eles continuarem agindo dessa maneira, chegará o dia em que os palestinos descobrirão que seus amigos e irmãos se tornaram seus piores inimigos.


Por mais de 10 anos o Hamas e a facção Fatah, sob o comando do presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, estão em guerra. Tentativas de seus irmãos árabes, como o Egito, Arábia Saudita e Catar, de jogar uma pá de cal na luta pelo poder entre os dois grupos rivais palestinos até agora deram com os burros n'água, sendo improvável que produzirá resultados positivos em um futuro próximo. O abismo que separa o Hamas da Fatah continua extenso como sempre: os dois partidos se achincalham o tempo todo. A Fatah quer voltar a dominar a Faixa de Gaza, o Hamas esbraveja em alto e bom som: não. A Fatah quer que o Hamas se desarme e lhe ceda o controle da Faixa de Gaza, o Hamas diz não.
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